Paz e Luz!
4 abr

“A memória espiritual de modo geral não é de fácil acesso. Embora se conserve constantemente ativa, mantendo permanente troca de informações com a memória cerebral e sustentando as forças que integram a nossa personalidade, os espíritos de mediana evolução não guardam a capacidade de penetrar-lhe os preciosos arquivos. O pleno acesso ao seu conteúdo se verifica em altos patamares da evolução, quando então o espírito conquista a capacidade de recordar todas as suas existências entrecortadas em uma única linha de continuidade.
(…)Ao iniciar nova aventura na carne, toda a memória somática se retrai para os níveis inconscientes da memória profunda, que passa a operar como poderosa força, reconstruindo o presente com base nos impulsos do passado. A lembrança do pretérito se apaga momentaneamente do consciente para que o espírito reconstrua no livro da vida novos registros e conquiste mais elevado patamar na evolução, experimentando e reexperimentando suas habilidades, fixando assim o aprendizado em alicerces firmes e permitindo-se o reparo dos desvios de rota. Podemos considerar que sem o resumo do que foi feito no passado, a personalidade jamais se reconstruiria para prosseguir no rumo de novas aquisições. Esta lógica facilmente compreensível da gênese dos dons natos, não pode ser contestada, por mais que teimem os homens em negar-lhe a veracidade.
Ao desencarnar, contudo, o espírito deve manter na sua consciência a recordação ativa de sua última experiência de vida, para que sua existência se dê na mesma linha de continuidade e sua personalidade se mantenha. Desta forma, a individualidade não se desfaz, mas é a exata continuidade do que foi na matéria com seus mesmos automatismos, habilidades conquistadas e defeitos adquiridos.
Por tudo isso, ressurgir no plano espiritual não é nascer de novo, como o é de fato quando se retorna à carne. Desta forma, enquanto que para o espírito a carne é a esfera do recomeço, o Plano espiritual é a esfera da continuidade.”
(Retirado do Livro Ícaro redimido Editora Inede – 2ª edição página 160 a 162)
4 abr

“A memória espiritual é a força operosa que se projeta na massa neuronal física ou perispiritual, configurando a memória somática, carreando informações cognitivas, emocionais e sensórias que funcionam como impulsos-tendências ao longo da trajetória evolutiva, superando o tempo e mantendo a continuidade da vida do ser, através dos seus variados ciclos de renascimento e morte. Devido à sua ação oculta é que os seres vivos, não somente desempenham atividades sem aparente conhecimento prévio, como reconstroem seus corpos copiando exatamente a forma precedente, impondo-lhes as inovações quando necessário. A nossa ignorância preferiu chamar essa propriedade de instinto, reconhecendo-lhe a surpreendente sapiência sem questionar as razões da sua existência. O instinto nada mais é do que força mnemônica do espírito, que sabe recordar o que foi aprendido. A vida nos mostra com evidência a presença dessa memória pré-reencarnatória agindo de forma inquestionável, sem a qual a experiência na matéria seria impossível. Se a semente não guardasse a lembrança da árvore que já foi não saberia reconstruí-la com exatidão. E se o animal não rememorasse as habilidades conquistadas não agiria com destreza diante das exigências de sua vida.
Embalde a ciência humana irá perscrutar os escaninhos cromossômicos, na vã esperança de encontrar os agentes genéticos responsáveis pela hereditariedade de tal sabedoria. A memória não é herdade física, é herança do espírito que torna à vida, trazendo seu prévio aprendizado, prova contundente da anterioridade de sua existência. Basta admitirmos algo tão simples para que tudo se explique dentro de lógica irretorquível.
A memória supera a morte, transportando de uma vida para outra as informações essenciais de que o ser necessita para prosseguir a evolução, permitindo que novas aquisições se agreguem às antigas, que nunca se perdem. Trafegando entre os dois mundos nos quais realiza o progresso, o físico e o extrafísico, o espírito necessita de uma consciência de continuidade para a sua existência entrecortada de nascimentos e desenlaces. A memória espiritual, não se sediando na matéria, resiste à morte e o acompanha nesta jornada, permitindo a reconstrução da memória somática (memória recente) em cada novo renascimento, retendo o conhecimento já alcançado.
A recapitulação das fases biológicas do desenvolvimento animal, durante a embriogênese, é expressão dessa memória de natureza espiritual, manifestando-se na confecção da forma. Dessa maneira se mantém a constância das linhas morfossomáticas bem como todos os traços do caráter e dos hábitos, fazendo com que a personalidade se configure sempre sobre os alicerces do passado. Carreia ainda os liames cármicos, unindo o efeito à sua causa, permitindo a colheita fiel do que foi semeado, nutrindo o ser de dores ou alegrias em perfeita conformidade com a natureza dos mananciais retidos em seus registros.” (continua)
4 abr

“Convém ainda entender que o amor de Deus age em nosso favor diferentemente da pieguice que nos caracteriza a atuação no auxílio ao que sofre. Ele nos ampara, muitas vezes, em um primeiro momento, recrudescendo-nos a dor, a fim de extingui-la depois de forma definitiva. A exacerbação inicial, parecendo abater-nos a possibilidade de soerguimento, remete-nos muitas vezes ao desespero, quando não à revolta, por não compreendermos a atitude coerciva e corretiva da Sua Providência. Esta sabe que precisamos da agitação das forças íntimas para fazer emergir as energias deletérias que enlameiam as profundezas de nossa alma, assim como para se extraírem as impurezas do fundo do poço, é necessário revolver-lhe as águas, turvando sua aparente limpeza e, da mesma forma, a atmosfera deve se inquietar no tumulto da tempestade a fim de se ver alijada de seus perigosos acúmulos energéticos.
O alívio que o final do processo proporciona é demonstrativo de que a comoção inicial se faz necessária e visa sempre a soluções e não a danos. Assim funciona a Lei e por isso quase sempre, no campo dos sofrimentos humanos, também é preciso experimentar a piora para se banirem definitivamente os seus males. Eis por que o agudizar de toda enfermidade é prenúncio de sua resolução e as doenças crônicas que não se agravam caminham para a incurabilidade. Na esfera moral se aplicam as mesmas leis e os tormentos dos grandes remordimentos prenunciam o apaziguamento da consciência, encaminhando soluções definitivas, pois é da Lei que à tempestade suceda sempre a bonança.” (Retirado do Livro Ícaro redimido Editora Inede – 2ª edição página 315)
13 set

A sensação de insatisfação e vazio com a vida não seria porque vivemos preenchendo nosso tempo com questões corriqueiras que não são mais válidos para nós? Estamos muito ocupados em estar atrás de valores que não são mais nossos, fazendo coisas que todos fazem, numa busca incessante e sem sentido. É, mas falta a coragem de sermos SIMPLESMENTE NÓS MESMOS. Jung em suas pesquisas observou a crise da meia-idade que ocorre entre os 35 anos e os 55 anos de idade com todas as pessoas.
Depois que já tivemos nossas conquistas externas e materiais bate um vazio existencial, como se sentíssemos uma necessidade premente de voltarmos para o nosso interior, de buscarmos a nossa reliogiosidade interna, como se fosse um movimento de introversão para dentro de nós mesmos. E o que acontece com a maioria por desconhecer esse movimento de introspecção, acha que deve mais e mais buscar coisas externas como viagens, novos cursos e empreendimentos. Ao final da viagem observa-se que volta na estaca zero e muitos ficam muito doentes, levando a depressão por se rebelar por esse movimento interno. Lembrando Krishnamurti que dizia: “Para poderdes ir muito longe, deveis começar com o que está mais perto. E o que está mais perto de vós, sois vós mesmo; aí é que devemos começar.”
Para saber mais sobre a Espiritualidade na meia-idade (clique aqui)
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Simplicidade…
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Nos esquecemos de nós quando nos esquecemos de viver com simplicidade.
Consideramos muitas coisas imprescindíveis à nossa vida, quando na realidade são supérfluas.
Enquanto buscamos coisas que na verdade não gostamos e vivemos angustiados por nossos múltiplos
compromissos que na maioria das vezes não refletem nossa realidade íntima.
Vivemos em buscas vãs que nos sufocam.
Vale a pena nos perder de nós?
Simplicidade…
Reencontrar a própria infância como virtude de vida.
Uma conversa interessante, uma leitura instigante.
Andar descalço na praia, olhar as estrelas, o luar.
Perambular pelas ruas de mãos dadas rindo do nada.
Tomar um sorvete nas tardes ensolaradas.
É inevitável! As coisas ficam para trás.. mais cedo ou mais tarde
Então que seja bem tarde!
Há tesouros inesgotáveis dentro de nós.
Amizades genuínas, um amor cultivado, serenidade, paz de espírito…
Simplicidade de viver.
Simplicidade…
Alegria de apenas ser.
(Ana Bezerra)
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10 set
Entrevista de Del Mar Franco com o médico psquiatra João Lourenço
Programa Transição, transmitido pela RedeTV, 06-09-2009.
Direitos: www.duplavista.com.br
Parte 1/3
7 set

Thoreau disse: “Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro”, em tempos de comuncicação global eu diria: Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um bom site.
-http://blogdadieta.com.br (Blog da Dieta)
O blog tem a função de informar às pessoas sobre as últimas notícias sobre dietas, exercícios e nutrição.
-http://ajudaemocional.tripod.com/ (Ajuda emocional)
Neste site você encontrará textos sobre vários assuntos que permitirão uma reflexão sobre o seu problema específico como ansiedade,depressão, medo, pânico, timidez, bulimia, anorexia.
-http://www.bemviver.org/index.htm (Bem viver)
Nesse site você vai encontrar muitas ações práticas de preces e relaxamento para viver melhor.
-http://www.perdasentesqueridos.org.br (Perdas de entes queridos)
A atriz Ana Rosa deixa o seu depoimento e algumas dicas sobre como lidar com a “perda” de entes queridos.
-http://guiadobebe.uol.com.br (Guia do bebê)
Excelentes orientações e dicas sobre gravidez e os primeiros anos do bebê.

5 set

Incursão de André Luiz, com outros espíritos, no limiar das cavernas do umbral.
“Não havíamos atravessado grande distância, quando curiosa assembléia de velhinhos se postou ao nosso lado.
Mostravam todos carantonhas de aspecto lamentável. Esfarrapados, esqueléticos, traziam as mãos cheias de substância lodosa que levavam de quando em quando ao peito, ansiosos, aflitos. Ao menor toque de vento, atracavam-se aos fragmentos de lama, colocando-os de encontro ao coração, demonstrando infinito receio de perdê-los. Entreolhavam-se apavorados, como se temessem desastre próximo. Cochichavam entre si, maliciosos e desconfiados. Às vezes, faziam menção de correr, mas retinham-se no mesmo lugar, entre o medo e a suspeita.
Um deles observou em voz rouquenha: – Precisamos de alguma saída. Não podemos com delongas. E nossos negócios? nossas casas? Incalculável é a riqueza que descobrimos…
E indicava com ufania os punhados de lodo a escorregar-lhe das mãos aduncas.
— Mas… — prosseguia, pensativo — todo este ouro, que temos conosco, permanece à mercê de ladrões, nesta miserável charneca. Imprescindível é ganharmos o caminho de volta. Isto aqui assombraria a qualquer.
Escutando a singular personagem, dirigi interrogativo olhar a Calderaro (Instrutor), que me esclareceu, atencioso: – São usurários desencarnados há muitos anos. Desceram a tão profundo grau de apego à fortuna material transitória, que se tornaram ineptos ao equilíbrio na zona mental do trabalho digno, por incapazes de acesso ao santuário interno das aspirações superiores. Na Crosta da Terra, não enxergavam meios de se ampararem com a ambição moderada e nem reparavam nos métodos de que usaram para atingir os fins egoísticos. Menosprezavam direitos alheios e escarneciam das aflições dos outros. Armavam verdadeiras ciladas a companheiros incautos, no propósito de sugar-lhes as economias, locupletando-se à custa da ingenuidade e da cega confiança. Tantos sofrimentos difundiram com as suas irrefletidas ações, que a matéria mental das vítimas, em maléficas emissões de vingança e de maldição, lhes impôs etérea couraça ao campo das idéias; assim, atordoadas, fixam-se estas nos delitos do pretérito, transformando-os em autênticos fantasmas da avareza, atormentada pelas miragens de ouro neste deserto de padecimentos. Não podemos predizer quando despertem, dada a situação em que se encontram.
Lamentei-os sinceramente, ao que Calderaro obtemperou: – Enlouqueceram na paixão de possuir, acabando a sinistra aventura escravos de monstros mentais de formação indefinível.
Dispunha-me a redarguir, quando um dos anciães alçou a voz no estranho concerto, exclamando: – Amigos, não seremos vítimas dum pesadelo? às vezes, chego a supor que estamos equivocados. Há quanto tempo deambulamos fora do lar? onde estamos? não teríamos enlouquecido?”
No mundo maior – Francisco Cândido Xavier
(Fonte de Pesquisa: http://www.guia.heu.nom.br)
5 set

A história abaixo me lembrou quando li pela primeira vez o livro O alquimista de Paulo Coelho. A busca interna do peregrino só acabou quando ele retornou no começo de tudo, ou seja, dentro de si mesmo. Quantas vezes procuramos respostas externas, quando a resposta está dentro de nós. Mas estamos tão distantes de nós mesmos, que não percebemos a resposta, não conseguimos acalmar os pensamentos e ouvir o nosso guia interno nos orientando. E continuamos projetando o nosso Deus interno, o nosso sábio interno nos outros. É, mas parece que primeiro temos que valorizar o que não temos, até cair a ficha e ver o quanto somos ricos e não sabemos.
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“O aprendiz chegou ao recanto de antigo orientador da vida cristã e perguntou, em seguida às saudações costumeiras:
- Instrutor, posso acaso receber as suas indicações quanto ao melhor caminho para o encontro com Deus?
A resposta do mentor não se fez esperar:
- A viagem para o encontro com Deus é repleta de obstáculos por vencer… Espinheiros, precipícios, charcos e pedreiras perigosas…
Silenciando o interpelado, o moço prosseguiu:
- Isso tudo conheço… Já visitei vários templos da Índia, quando estive por vários dias na intimidade de faquires famosos, todos eles revestido de faculdades supranormais; arrisquei-me a cair nos despenhadeiros do Tibet para conviver com os monges santos; orei na grande Pirâmide do Egito; demorei-me na Palestina, procurando registrar impressões da paisagem na qual Jesus viveu, no entanto, estou saciado de excursões à procura da Divina Presença…
O orientador escutou com humildade e esclareceu, em seguida:
- Sim, é verdade que todas essas peregrinações e práticas auxiliam na busca do Supremo Senhor, mas, ao que me parece, há um engano de sua parte…
E arrematou:
- A viagem para o encontro com Deus é para dentro de nós.”
Emmanuel
(Agora é o Tempo, 11, FC Xavier, IDEAL)
3 set

Qual é a natureza do pensamento, o qual cessa quando há completa atenção e brota quando não há atenção? Você precisa compreender o que é estar alerta, de outro modo não será possível compreender completamente o significado da atenção.
Existe uma idéia da percepção alerta, ou você está alerta? Existe uma diferença entre a idéia de estar alerta e o estar alerta. Estar “alerta” implica ser sensível, perceber vivamente as coisas ao redor de você, a natureza, as pessoas, as cores, as árvores, o meio que o circunda, a estrutura social, econômica, as coisas em sua totalidade; implica conhecer, observar, estar sensivelmente atento a tudo quanto acontece no exterior; e também ao que acontece psicologicamente em seu interior.
Se não estamos internamente atentos, nos tornamos mais e mais neuróticos. Porém, se você começa a se dar conta, o quanto mais possível, do que exatamente está ocorrendo no mundo, e a partir daí se movimenta internamente, então existe o equilíbrio. Existe então uma possibilidade de não se enganar a si mesmo. Você começa pela atenção ao que acontece exteriormente, e depois se move interiormente – um movimento constante, como o fluxo e refluxo da maré – e, desse modo não existe a possibilidade de engano; desse modo existe discernimento.
Como se conhecer s i mesmo? Você mesmo é uma estrutura muito complexa, um movimento muito complexo; como se conhecer a si mesmo sem o auto-engano? Só podemos nos conhecer através da nossa relação com os outros. Nessa relação com os demais, pode ser que você se distancie deles porque não deseja ser machucado, e na relação você também pode descobrir que é muito ciumento, dependente, que está apegado e que na realidade é muito insensível. Por conseguinte, a relação funciona como um espelho no qual você se conhece a si mesmo. Igualmente ocorre externamente; o externo é um reflexo de você mesmo, porque a sociedade, os governos, todas estas coisas criadas pelos seres humanos, são fundamentalmente o mesmo que é você.
Para descobrir o que é a percepção alerta, devemos investigar a questão da ordem e da desordem. Você vê que exteriormente existe muitíssima desordem, confusão e insegurança. O que tem produzido esta insegurança, esta desordem? Quem é o responsável? Somos nós? Tem que estar muito claro se somos nós os responsáveis pela desordem externa; ou esta é alguma desordem divina pela qual haverá de surgir uma divina ordem? Portanto, se você se sente responsável pela desordem externa, essa desordem não é por acaso uma expressão da própria desordem interna?
Você observa que a desordem externa é criada por nossa desordem interna. Ainda que os seres humanos não tenham ordem em si mesmos, sempre haverá desordem. Os governos podem procurar controlar a desordem externa; a expressão extrema é a forma totalitarista do marxismo – que diz saber o que é a ordem; e como você o sabe, eles lhe dirão o que você é e o reprimirá, o confinará em campos de concentração e em hospitais psiquiátricos, etc.
(Do livro A Totalidade da Vida – Krishnamurti)
10 jul
Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos

1 – Disciplinar os próprios impulsos.
2 – Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 – Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 – Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 – Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 – Evitar as conversações inúteis.
7 – Receber o sofrimento como processo de nossa educação.
8 – Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 – Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 – Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.
(Do livro Paz e Renovação – Espírito André Luiz psicografia de Francisco Cândido Xavier)


