Paz e Luz!
13 set

A sensação de insatisfação e vazio com a vida não seria porque vivemos preenchendo nosso tempo com questões corriqueiras que não são mais válidos para nós? Estamos muito ocupados em estar atrás de valores que não são mais nossos, fazendo coisas que todos fazem, numa busca incessante e sem sentido. É, mas falta a coragem de sermos SIMPLESMENTE NÓS MESMOS. Jung em suas pesquisas observou a crise da meia-idade que ocorre entre os 35 anos e os 55 anos de idade com todas as pessoas.
Depois que já tivemos nossas conquistas externas e materiais bate um vazio existencial, como se sentíssemos uma necessidade premente de voltarmos para o nosso interior, de buscarmos a nossa reliogiosidade interna, como se fosse um movimento de introversão para dentro de nós mesmos. E o que acontece com a maioria por desconhecer esse movimento de introspecção, acha que deve mais e mais buscar coisas externas como viagens, novos cursos e empreendimentos. Ao final da viagem observa-se que volta na estaca zero e muitos ficam muito doentes, levando a depressão por se rebelar por esse movimento interno. Lembrando Krishnamurti que dizia: “Para poderdes ir muito longe, deveis começar com o que está mais perto. E o que está mais perto de vós, sois vós mesmo; aí é que devemos começar.”
Para saber mais sobre a Espiritualidade na meia-idade (clique aqui)
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Simplicidade…
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Nos esquecemos de nós quando nos esquecemos de viver com simplicidade.
Consideramos muitas coisas imprescindíveis à nossa vida, quando na realidade são supérfluas.
Enquanto buscamos coisas que na verdade não gostamos e vivemos angustiados por nossos múltiplos
compromissos que na maioria das vezes não refletem nossa realidade íntima.
Vivemos em buscas vãs que nos sufocam.
Vale a pena nos perder de nós?
Simplicidade…
Reencontrar a própria infância como virtude de vida.
Uma conversa interessante, uma leitura instigante.
Andar descalço na praia, olhar as estrelas, o luar.
Perambular pelas ruas de mãos dadas rindo do nada.
Tomar um sorvete nas tardes ensolaradas.
É inevitável! As coisas ficam para trás.. mais cedo ou mais tarde
Então que seja bem tarde!
Há tesouros inesgotáveis dentro de nós.
Amizades genuínas, um amor cultivado, serenidade, paz de espírito…
Simplicidade de viver.
Simplicidade…
Alegria de apenas ser.
(Ana Bezerra)
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10 set
Entrevista de Del Mar Franco com o médico psquiatra João Lourenço
Programa Transição, transmitido pela RedeTV, 06-09-2009.
Direitos: www.duplavista.com.br
Parte 1/3
7 set

Thoreau disse: “Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro”, em tempos de comuncicação global eu diria: Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um bom site.
-http://blogdadieta.com.br (Blog da Dieta)
O blog tem a função de informar às pessoas sobre as últimas notícias sobre dietas, exercícios e nutrição.
-http://ajudaemocional.tripod.com/ (Ajuda emocional)
Neste site você encontrará textos sobre vários assuntos que permitirão uma reflexão sobre o seu problema específico como ansiedade,depressão, medo, pânico, timidez, bulimia, anorexia.
-http://www.bemviver.org/index.htm (Bem viver)
Nesse site você vai encontrar muitas ações práticas de preces e relaxamento para viver melhor.
-http://www.perdasentesqueridos.org.br (Perdas de entes queridos)
A atriz Ana Rosa deixa o seu depoimento e algumas dicas sobre como lidar com a “perda” de entes queridos.
-http://guiadobebe.uol.com.br (Guia do bebê)
Excelentes orientações e dicas sobre gravidez e os primeiros anos do bebê.

5 set

Incursão de André Luiz, com outros espíritos, no limiar das cavernas do umbral.
“Não havíamos atravessado grande distância, quando curiosa assembléia de velhinhos se postou ao nosso lado.
Mostravam todos carantonhas de aspecto lamentável. Esfarrapados, esqueléticos, traziam as mãos cheias de substância lodosa que levavam de quando em quando ao peito, ansiosos, aflitos. Ao menor toque de vento, atracavam-se aos fragmentos de lama, colocando-os de encontro ao coração, demonstrando infinito receio de perdê-los. Entreolhavam-se apavorados, como se temessem desastre próximo. Cochichavam entre si, maliciosos e desconfiados. Às vezes, faziam menção de correr, mas retinham-se no mesmo lugar, entre o medo e a suspeita.
Um deles observou em voz rouquenha: – Precisamos de alguma saída. Não podemos com delongas. E nossos negócios? nossas casas? Incalculável é a riqueza que descobrimos…
E indicava com ufania os punhados de lodo a escorregar-lhe das mãos aduncas.
— Mas… — prosseguia, pensativo — todo este ouro, que temos conosco, permanece à mercê de ladrões, nesta miserável charneca. Imprescindível é ganharmos o caminho de volta. Isto aqui assombraria a qualquer.
Escutando a singular personagem, dirigi interrogativo olhar a Calderaro (Instrutor), que me esclareceu, atencioso: – São usurários desencarnados há muitos anos. Desceram a tão profundo grau de apego à fortuna material transitória, que se tornaram ineptos ao equilíbrio na zona mental do trabalho digno, por incapazes de acesso ao santuário interno das aspirações superiores. Na Crosta da Terra, não enxergavam meios de se ampararem com a ambição moderada e nem reparavam nos métodos de que usaram para atingir os fins egoísticos. Menosprezavam direitos alheios e escarneciam das aflições dos outros. Armavam verdadeiras ciladas a companheiros incautos, no propósito de sugar-lhes as economias, locupletando-se à custa da ingenuidade e da cega confiança. Tantos sofrimentos difundiram com as suas irrefletidas ações, que a matéria mental das vítimas, em maléficas emissões de vingança e de maldição, lhes impôs etérea couraça ao campo das idéias; assim, atordoadas, fixam-se estas nos delitos do pretérito, transformando-os em autênticos fantasmas da avareza, atormentada pelas miragens de ouro neste deserto de padecimentos. Não podemos predizer quando despertem, dada a situação em que se encontram.
Lamentei-os sinceramente, ao que Calderaro obtemperou: – Enlouqueceram na paixão de possuir, acabando a sinistra aventura escravos de monstros mentais de formação indefinível.
Dispunha-me a redarguir, quando um dos anciães alçou a voz no estranho concerto, exclamando: – Amigos, não seremos vítimas dum pesadelo? às vezes, chego a supor que estamos equivocados. Há quanto tempo deambulamos fora do lar? onde estamos? não teríamos enlouquecido?”
No mundo maior – Francisco Cândido Xavier
(Fonte de Pesquisa: http://www.guia.heu.nom.br)
5 set

A história abaixo me lembrou quando li pela primeira vez o livro O alquimista de Paulo Coelho. A busca interna do peregrino só acabou quando ele retornou no começo de tudo, ou seja, dentro de si mesmo. Quantas vezes procuramos respostas externas, quando a resposta está dentro de nós. Mas estamos tão distantes de nós mesmos, que não percebemos a resposta, não conseguimos acalmar os pensamentos e ouvir o nosso guia interno nos orientando. E continuamos projetando o nosso Deus interno, o nosso sábio interno nos outros. É, mas parece que primeiro temos que valorizar o que não temos, até cair a ficha e ver o quanto somos ricos e não sabemos.
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“O aprendiz chegou ao recanto de antigo orientador da vida cristã e perguntou, em seguida às saudações costumeiras:
- Instrutor, posso acaso receber as suas indicações quanto ao melhor caminho para o encontro com Deus?
A resposta do mentor não se fez esperar:
- A viagem para o encontro com Deus é repleta de obstáculos por vencer… Espinheiros, precipícios, charcos e pedreiras perigosas…
Silenciando o interpelado, o moço prosseguiu:
- Isso tudo conheço… Já visitei vários templos da Índia, quando estive por vários dias na intimidade de faquires famosos, todos eles revestido de faculdades supranormais; arrisquei-me a cair nos despenhadeiros do Tibet para conviver com os monges santos; orei na grande Pirâmide do Egito; demorei-me na Palestina, procurando registrar impressões da paisagem na qual Jesus viveu, no entanto, estou saciado de excursões à procura da Divina Presença…
O orientador escutou com humildade e esclareceu, em seguida:
- Sim, é verdade que todas essas peregrinações e práticas auxiliam na busca do Supremo Senhor, mas, ao que me parece, há um engano de sua parte…
E arrematou:
- A viagem para o encontro com Deus é para dentro de nós.”
Emmanuel
(Agora é o Tempo, 11, FC Xavier, IDEAL)
3 set

Qual é a natureza do pensamento, o qual cessa quando há completa atenção e brota quando não há atenção? Você precisa compreender o que é estar alerta, de outro modo não será possível compreender completamente o significado da atenção.
Existe uma idéia da percepção alerta, ou você está alerta? Existe uma diferença entre a idéia de estar alerta e o estar alerta. Estar “alerta” implica ser sensível, perceber vivamente as coisas ao redor de você, a natureza, as pessoas, as cores, as árvores, o meio que o circunda, a estrutura social, econômica, as coisas em sua totalidade; implica conhecer, observar, estar sensivelmente atento a tudo quanto acontece no exterior; e também ao que acontece psicologicamente em seu interior.
Se não estamos internamente atentos, nos tornamos mais e mais neuróticos. Porém, se você começa a se dar conta, o quanto mais possível, do que exatamente está ocorrendo no mundo, e a partir daí se movimenta internamente, então existe o equilíbrio. Existe então uma possibilidade de não se enganar a si mesmo. Você começa pela atenção ao que acontece exteriormente, e depois se move interiormente – um movimento constante, como o fluxo e refluxo da maré – e, desse modo não existe a possibilidade de engano; desse modo existe discernimento.
Como se conhecer s i mesmo? Você mesmo é uma estrutura muito complexa, um movimento muito complexo; como se conhecer a si mesmo sem o auto-engano? Só podemos nos conhecer através da nossa relação com os outros. Nessa relação com os demais, pode ser que você se distancie deles porque não deseja ser machucado, e na relação você também pode descobrir que é muito ciumento, dependente, que está apegado e que na realidade é muito insensível. Por conseguinte, a relação funciona como um espelho no qual você se conhece a si mesmo. Igualmente ocorre externamente; o externo é um reflexo de você mesmo, porque a sociedade, os governos, todas estas coisas criadas pelos seres humanos, são fundamentalmente o mesmo que é você.
Para descobrir o que é a percepção alerta, devemos investigar a questão da ordem e da desordem. Você vê que exteriormente existe muitíssima desordem, confusão e insegurança. O que tem produzido esta insegurança, esta desordem? Quem é o responsável? Somos nós? Tem que estar muito claro se somos nós os responsáveis pela desordem externa; ou esta é alguma desordem divina pela qual haverá de surgir uma divina ordem? Portanto, se você se sente responsável pela desordem externa, essa desordem não é por acaso uma expressão da própria desordem interna?
Você observa que a desordem externa é criada por nossa desordem interna. Ainda que os seres humanos não tenham ordem em si mesmos, sempre haverá desordem. Os governos podem procurar controlar a desordem externa; a expressão extrema é a forma totalitarista do marxismo – que diz saber o que é a ordem; e como você o sabe, eles lhe dirão o que você é e o reprimirá, o confinará em campos de concentração e em hospitais psiquiátricos, etc.
(Do livro A Totalidade da Vida – Krishnamurti)
10 jul
Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos

1 – Disciplinar os próprios impulsos.
2 – Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 – Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 – Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 – Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 – Evitar as conversações inúteis.
7 – Receber o sofrimento como processo de nossa educação.
8 – Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 – Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 – Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.
(Do livro Paz e Renovação – Espírito André Luiz psicografia de Francisco Cândido Xavier)
10 jul

Diante de quaisquer provações da vida; quando tudo te pareça incompreensão, barrando-te os passos; se as circunstâncias do mundo te arrebatarem a presença de criaturas queridas; no momento em que todos os recursos se te afigurem extintos; perante os sofrimentos que te alcancem os seres amados; ou à frente de inibições orgânicas que julgues irreversíveis, ilhando-te nos problemas da enfermidade; não desanimes.
Pensa em Deus, refugia-te em Deus, espera por Deus e confia em Deus, porquanto, ainda mesmo quando te suponhas a sós, em meio de tribulações incontáveis, Deus está conosco e com Deus venceremos. (Emmanuel)
21 jun
Às vezes para seguir em frente na vida, é preciso ter coragem de deixar o passado para trás, e encarar a linha do horizonte e seguir em frente. É certo que todas as experiências vividas são para o nosso bem, mas muitas vezes não conseguimos entender o significado do aprendizado e ficamos cutucando feridas que querem cicatrizar, ralando as nossas feridas e insistindo em saber o significado do “por quê” daquilo. Eu penso que quando não conseguimos ver no momento o significado do porquê daquela dor vivida devemos confiar que com o tempo novas lições virão, trazendo o amadurecimento psicológico e com certeza assimilaremos a lição anterior. Muito oportuna a mensagem de Glória Hurtado que transcrevo abaixo.
Encerrando Ciclos – Gloria Hurtado

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver…Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram…Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu… Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó…
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: Teus amigos, Teus filhos, teus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado… Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará… Não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor possibilidade de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora… Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem… Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora, soltar, desprender-se…
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que compreendam seu amor… Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais…Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa. Lembre-se que nada ou ninguém é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem você é… Esta é a vida!
11 jun

Observamos a influência que pais castradores exercem nocivamente sobre seus filhos, impedindo-os de avançar rumo ao crescimento individual agindo com excessos de cuidados, lembramo-nos do mito do deus Cronos que devorava seus filhos no momento do nascimento, porque não queria que os mesmos tomassem o seu lugar de soberano maior, pois se sentia ameaçado pela profecia de que seria vencido por um dos seus filhos.
Em nome de um amor equivocado, muitos pais super protegem seus filhos não querendo que os mesmos sofram. Quando analisamos nossos aprendizados na vida, todos nós observamos que por mais que nossos pais nos orientassem, ainda assim quebramos a cara muitas vezes. Mas esse caminho de desacerto e dor, quando assimilado sem rebeldia nos fortaleceu e vimos que o aprendizado foi muito grande. Muitos de nós optamos pelo caminho da dor, porque nosso espírito só conhece esse caminho. Pietro Ubaldi diz que é mais fácil remover uma montanha do que remover um tipo de personalidade, fruto de quem sabe quantos milênios de vida. Como diz o ditado: “O hábito faz o monge”, ainda não internalizamos o caminho do Amor, pois ainda polarizamos muito o outro lado da moeda que é o da dor, e não damos o devido valor ao caminho do amor. É necessário então trilharmos a escuridão para darmos valor à luz. Por exemplo, só damos valor ao dia, depois de uma noite mal dormida, e só damos valor à noite, depois de extrapolarmos o limite de nosso corpo físico nos afazeres do dia, e não vemos a hora de chegar à noite para termos o descanso merecido.
O caminho do Amor é um aprendizado lento e gradativo para todos os seres humanos e que “apesar de” todo sofrimento que muitas vezes nós, nossos filhos e entes queridos passamos, é um remédio amargo que levará à cura de nosso espírito e que culminará com a ascensão espiritual de todo ser humano passando de átomo a arcanjo. Quanto mais rebeldes formos em atender ao chamado de Deus para sermos servidores Divinos e Crísticos, mais o sofrimento e a dor será um caminho trilhado por escolha própria e não como castigo divino. Por isso, devemos sim, fazer a nossa parte para com nossos filhos, orientando, orando e auxiliando quando necessário, não nos revoltando quanto ao caminho escolhido por eles, mas ao mesmo tempo entregá-los ao Pai Maior dizendo: “Pai, fiz o meu melhor, agora entrego a Ti essa criatura que Vós confiaste a mim.”
Mas para o caminho do amor ser internalizado como patrimônio do espírito, é necessário cair e levantar tantas vezes quanto for necessário, até ficar impresso em nosso períspírito de tal maneira que ao declinarmos rumo ao chão para cair novamente, reagiremos automaticamente e rapidamente entramos em contato com a nossa centelha divina na qual Jesus nos diz claramente na mensagem:”Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais” (João, 14:12)


