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Cantinho da Luz - Paz e Luz!

Cantinho da Luz

Paz e Luz!

Os sonhos deixam em evidência através dos símbolos e mensagens, os diversos aspectos que estão no inconsciente e que já estão prontos para serem ressignificados. A compreensão dos sonhos é importante para os que buscam o autoconhecimento, autotransformação e cura da alma.

Na categoria: "Sonhos" relato meus estudos e minhas experiências, e como esse entendimento me auxiliou.


"Dentro de cada um de nós há um outro que não conhecemos. Ele fala conosco por meio dos sonhos. (Jung)


Postagens Sonhos




Juntando os cacos

Um dia eu ouvi uma expressão de uma psicóloga da necessidade de “estilhaçar o nosso ego”, para vermos o quanto nós conseguimos lidar com as adversidades e contrariedades da vida e se somos fortes o bastante, para sairmos vitoriosos do embate e confiantes em nós mesmos, em Deus, na vida.É um teste de fogo.

Já postei aqui a mensagem “Após a tempestade vem a bonança” que fala também de nossos embates morais e internos, que parecem que vão durar uma eternidade, mas eis que um dia as coisas clareiam e acordamos num belo dia, olhamos o sol radiante que sempre esteve do mesmo jeito, respiramos fundo e dizemos para nós mesmos: Ufa, passou.

Hoje eu presenciei a angústia de uma amiga ao ter que passar por este processo de “estilhaçar o ego”, e por mais que todas as amigas tentassem confortá-la, a dor que ela sentia só ela mesma sabia. E a dor dela doeu. Doeu não só nela, mas em todas nós que estávamos ali.

Depois eu fiquei pensando/refletindo com os meus botões: quantas vezes nós passamos por isso em nossas vidas? Quantas vezes tivemos que juntar os cacos?

Me lembrei de um refrão de uma música: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. É é isso mesmo, quantas vezes, temos que juntar os cacos, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, não com orgulho, mas com humildade.

A humildade de ver nesse acontecimento a oportunidade de termos passado por uma lição nova na vida. Resta a pergunta que devemos fazer a nós mesmos: aprendi a lição?

Aprendi a ter mais compaixão pelos outros depois da minha dor? Senão… ai, ai, ai, vamos ter que passar tudo de novo, mas de outra forma, e talvez de uma maneira mais dura.É como eu disse algumas vezes aqui, vamos buscar aprender as lições da vida com amor, porque hum… a dor dói!

* Veja mais sobre ego:

Após a tempestade vem a bonança
Sete passos para superar o controle do ego
Ego e Espírito

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  • Categoria(s): Reflexões
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    O nome de Jesus

    O-nome-de-Jesus


    Jesus e nós

    A Justiça Divina jamais dorme.
    Não permitamos que pensamentos de tristeza e desesperação nos penetrem a cidadela interior.
    Ainda que todas as organizações materiais, que representam igualmente envoltórios da alma, se modifiquem, é forçoso lembrar que Jesus em nós é Sol eterno, cabendo-nos fitar a luz da vida, cada manhã, com entendimento mais alto e bom ânimo inexaurível.
    Nós somos nós e Jesus é Jesus. E sendo a Seara do Bem de Jesus e não nossa, a Ele empenhemos vida e esperança, na certeza de que o Senhor fará sempre o melhor.
    (Batuíra)

    E disse Jesus: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18:20)

    Manoel P. Miranda assevera que, “Todo ser vivo irradia a energia que lhe mantém os equipamentos constitutivos e, no caso especial das criaturas humanas, através do perispírito essa exteriorização forma a aura, que revela os estados de saúde física, emocional e psíquica, ao mesmo tempo caracterizando o nível evolutivo de cada um.” [1]

    aura-irradiação-da-energia

    Todo ser humano vive numa determinada faixa mental que é próprio do seu estado vibratório, estando na posição de encarnado ou desencarnado. Leon Denis esclarece que:


    “A vida é uma vibração imensa que enche o universo e cujo foco está em Deus. Cada alma, centelha destacada do Foco Divino, torna-se, por sua vez, um foco de vibrações que hão de variar, aumentar de amplitude e intensidade, consoante o grau de elevação do ser.

    Toda alma tem, pois, a sua vibração particular e diferente. O seu movimento próprio, o seu ritmo, é a representação exata do seu poder dinâmico, do seu valor intelectual, da sua elevação moral.

    Toda a beleza, toda a grandeza do universo vivo se resume na lei das vibrações harmônicas. As almas que vibram uníssonas reconhecem-se e chamam-se através do espaço. Daí as atrações, as simpatias, a amizade, o amor! A alma superior é uma vibração na posse de todas as suas harmonias.” [2]

    Jesus era uma criatura amorosa e bondosa e de sua aura emanava amor, porque ele via as coisas e as pessoas com os “olhos de amorosidade”.

    Estava sempre em perfeita ressonância com as Leis divinas e universais e as vivenciava de tal maneira que era o exemplo vivo da aplicação dessas leis, estando constantemente em harmonia com o Cosmo e interagindo com a energia do Pai quando ele afirmava com convicção…


    “Creiam em mim quando digo que estou no Pai e que o Pai está em mim.” (João 14:11)

    O campo áurico de Jesus estava frequentemente em perfeito equilíbrio. Campo áurico é o halo energético que circunda o corpo físico humano, mais conhecido como aura, e forma um campo eletromagnético de energia em volta do corpo, com cores variadas dependendo do tônus vibratório. Jesus estava sempre bem consigo mesmo e com o mundo e em constante ressonância espiritual com a Espiritualidade Superior, na qual mantinha contínuas interações.

    Ele se mantinha sempre no caminho do meio, nada o desviava desse foco, buscava sempre a tolerância, a compreensão e o equilíbrio para a solução dos conflitos mantendo a serenidade que lhe era tão peculiar, e essa maneira de comportar o mantinha sempre no equilíbrio de seu campo áurico.

    É importante ficarmos atentos às desarmonias ativadas por energias negativas, pois, a frequência emitida por essas energias, afetam o nosso corpo físico, mudando nosso teor vibratório e consequentemente, trazendo doenças psicossomáticas advindas desse descompasso e descontrole energético.

    Ele enfatizava e repetia constantemente os seus ensinamentos, recorrendo às parábolas para ser mais facilmente entendido e seus ensinamentos absorvidos. Jesus teve total domínio de sua mente e procurou nos alertar quanto a necessidade de sermos conscientes no controle do nosso pensar e do nosso falar de forma mais equilibrada e harmônica…


    “Por que estais perturbados, e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações?” (Lucas 24:38)

    “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca” (Mateus 15:11)

    Todos os sentimentos emanados por Jesus, como a paz, amor incondicional, harmonia, alegria, fé atingiam frequências vibratórias muito altas e sua psicosfera influenciava a todos que dele se aproximavam.

    Prece de Cáritas

    O nome “Jesus” tem uma frequência altamente energética, gera positivas vibrações espirituais e está impregnado de um teor vibratório altíssimo, pois, o inconsciente coletivo da humanidade magnetizou de tal forma o nome de Jesus que ao seu nome ser evocado, sua energia vibratória estará sempre presente numa velocidade superior a um raio. Sabendo disso quis deixar claro que jamais nos abandonaria quando disse:

    “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18:20)

    “Nós somos nós e Jesus é Jesus” como disse Batuíra, portanto, façamos nós a parte que nos cabe na Seara do Mestre. Nosso fim, se é que podemos dizer dessa maneira, será viver na luz como espíritos luminosos e imortais pela eternidade.

    O nosso Mestre Jesus deixou bem claro que a morte ou o desencarne atinge o corpo físico e que o nosso espírito apenas passa a viver com todo o seu potencial energético dependendo do estágio evolutivo que estiver em outra dimensão de espaço-tempo como espírito imortal e eterno, ou seja, nós também como Jesus seremos luz. Não foi isso que ele disse?

    “Brilhe a vossa luz.” (Mt 5:16)

     

    REFERÊNCIAS

    Mais luz – Batuíra/Francisco Cândido Xavier
    [1] Sob a proteção de Deus – Espíritos diversos / Divaldo Franco
    [2] O Problema do Ser, do Destino e da Dor – Leon Denis

     

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    Doenças da alma

    ” … André, meu amigo, as doenças psíquicas são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros dolorosos. A cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima. Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça.

    A organização fisiológica, segundo conhecemos no campo de cogitações terrestres, não vai além do vaso de barro, dentro do molde preexistente do corpo espiritual. Atingido o molde em sua estrutura pelos golpes das vibrações inferiores, o vaso refletirá imediatamente.” (Missionários da Luz – André Luiz)

    __ Não discutiremos aqui as moléstias físicas prôpriamente ditas. Quem acompanha, como nós, desde muito tempo, o ministério dos psiquiatras verdadeiramente consagrados ao bem do próximo, conhece, à saciedade, que todos os títulos de gratidão humana permanecem inexpressivos ante o apostolado de um Paul Broca, que identificou a enfermidade do centro da palavra, ou de um Wagner Jauregg, que se dedicou à cura da paralisia, em perseguição ao espiroqueta da sífilis, até encontrá-lo no recesso da matéria cinzenta, perturbando as zonas motoras.

    Diante de fenômenos como estes, é compreensível a quebra da harmonia cerebral em consequência de compulsoriamente se arredarem das aglutinações celulares do campo fisiológico os princípios do corpo perispiritual; essas aglutinações ficam, então, desordenadas em sua estrutura e atividades normais, qual acontece ao violino incapacitado para a execução perfeita dum trecho melódico, por trazer uma ou duas cordas desafinadas.

    Não devemos, nem podemos ignorar as leis que regem os domínios da forma… Daí a impossibilidade de querermos «psicologia equilibrada» sem «fisiologia harmoniosa», na esfera da ciência humana: isto é caso pacífico.

    Referir-nos-emos tão só às manifestações espirituais em sua essência. Indagas se a mente desencarnada pode adoecer… Que pergunta! cuidas que a maldade deliberada não seja moléstia da alma? que o ódio não constitua morbo terrível? supões, porventura, não haja «vermes mentais» da tristeza e da inconformação? (No mundo maior – André Luiz)

    “Os “complexos de inferioridade”, o “recalque”, a “libido”, as “emersões do subconsciente” não constituem fatores adquiridos no curto espaço de uma existência terrestre e, sim, característicos da personalidade egressa das experiências passadas.

    A subconsciência é, de fato, o porão dilatado de nossas lembranças, o repositório das emoções e desejos, impulsos e tendências que não se projetaram na tela das realizações imediatas; no entanto, estende-se muito além da zona limitada de tempo em que se move um aparelho físico.

    Representa a estratificação de todas as lutas com as aquisições mentais e emotivas que lhes foram conseqüentes, depois da utilização de vários corpos.” (Obreiros da Vida Eterna – André Luiz)

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    Pão ou pedra?

     

     

    Em Mateus 7:9-11, Jesus fala aos seus discípulos:

    Qual o homem, dentre vós, que dá uma pedra ao filho que lhe pede pão? Ou, se pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente?

    – Ora, se, sendo maus como sois, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, não é lógico que, com mais forte razão, vosso Pai que está nos céus dê os bens verdadeiros aos que lhos pedirem?

    Eliseu Rigonatti, analisando esse tema do Evangelho diz que o pai que sabe amar verdadeiramente seus filhos, atenderá, o pedido deles, na proporção justa das necessidades de cada um; não lhes dará mais, nem menos. E, sobretudo, evitará dar-lhes coisas que os poderão prejudicar, por mais que as peçam. Muitas vezes, o que os filhos pedem, poderá originar desastres.

    Então o pai previdente não as dá. E o que os filhos não pedem, por não saberem pedir, o pai lhes dá por saber que aquilo irá beneficiá-los.

    Assim é Deus. Ele só dá a seus filhos, que somos nós todos, aquilo que realmente contribuirá para nossa felicidade futura, isto é, para nossa felicidade espiritual, sem que nos pergunte se gostamos ou se não gostamos, se queremos ou se não queremos.

    E recusa formalmente tudo quanto poderá causar danos ao nosso espírito, embora o peçamos.

    Dizendo-nos Jesus, que o Pai dará bens aos que os pedirem, não quer ele dizer que o Pai só nos dará o de que gostamos. Os bens que o Pai nos dará são aqueles que contribuírem para nossa espiritualização e para purificação de nossa alma.

    Frequentemente o bem consiste numa doença; outras vezes, nas dificuldades de cada dia; e o Pai nos dará a riqueza ou a pobreza, caso um destes estados possa servir ao nosso progresso.

    E, assim por diante, o Pai nos dará sempre o que for útil ao aperfeiçoamento espiritual de cada um de nós, embora possa acontecer que a dádiva nos contrarie.

    Para Emmanuel, “no campo espiritual da vida é imprescindível recordar que nunca removeremos as montanhas da dificuldade fora de nós, sem superarmos as pedras que nos afligem por dentro”, nós mesmos colocamos pedras ao invés de pão.

    O Espírito precisa de experiência para adiantar-se, experiência que, na maioria das vezes, deve ser adquirida à próprias custas. É necessário que exercite suas forças, pois, do contrário, seria como uma criança a quem não permitem que ande sozinha. Portanto, se nós mesmos colocamos uma a uma, as pedras em nosso caminho, cabe a nós e somente a nós, o trabalho de tirá-las.

    *REFERÊNCIAS

    EADE – Jesus o consolador prometido

    Evangelho dos humildes de Eliseu Rigonatti

    Mãos marcadas – Emmanuel psicografia de Francisco C. Xavier

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    O que podemos entender por Evangelhoterapia? Fica claro presumirmos que seria a Terapia através do Evangelho de Jesus. Mas em que consiste essa terapia?

    Para Edgard Armond que psicografou o livro Comentários Evangélicos e o Dr. Bezerra de Menezes que é o autor espiritual, o Evangelho de Jesus tem o poder de operar uma transformação em nossa vida. A significação do Evangelho não deve ter um efeito místico ou religioso, mas encaminhar o ser para a sua Reforma íntima; eliminando hábitos, vícios, e costumes perniciosos; defeitos morais, sentimentos e pensamentos incompatíveis com nossa realização espiritual; e buscando adquirir virtudes próprias do homem novo transformado.

    Como a cura do nosso espírito doente tem que partir de dentro para fora, não basta apenas o conhecimento teórico do Evangelho. O Evangelho não serve para que tenhamos um conhecimento intelectual e religioso, mas, para que tenhamos uma vivência individual dos seus postulados. E para atingir esse objetivo, devemos buscar mecanismos que nos auxiliem a colocá-lo em prática e atingir o nosso íntimo e consequentemente, a transformação e a cura.

    Criei o hábito de otimizar o uso do meu celular. Tem uns aplicativos para Android chamado Sticky, que são como pequenas notas, que dá para colocar como widget na tela inicial. Escolho versículos do Evangelho de acordo com o que estou necessitando e de vez em quando vou trocando. Tenho vários aplicativos de Stickys e vou colocando em todas as páginas. Quando pego meu celular estou sempre lendo esses versículos, o que para mim é um dos mecanismo que utilizo para a prática da Evangelhoterapia. Poderiam me perguntar se esse método funciona. O dr José Carlos de Lucca diz:

    “Pequenas atitudes felizes tomadas todos os dias formam o segredo da saúde e da cura.”

    “Saiba que a vida é acumulativa, vale dizer, o que hoje nos sucede de bom ou ruim é o resultado de ações que se acumularam ao longo do tempo.”

    “Creia que você mesmo é o seu remédio ou seu próprio veneno, você mesmo é o seu bem ou o seu mal. Quem se permitiu adoecer tem todo o poder de neutralizar a doença.”

    “O médico Jesus deseja, sim, curá-lo para que você experimente uma vida muito mais feliz e compensadora.”

    Então, se eu vou criando o hábito de ter atitudes positivas diárias, elas vão tomando o lugar das atitudes negativas e vão se acumulando nos meus arquivos mentais, para que nos momentos de angústia, desânimo e dor eu possa rapidamente acessá-las.

    Escolhi portanto, como uma das atitudes para praticar a Evangelhoterapia, o uso dos lembretes (Stickys) na tela do meu celular (vide imagem abaixo). E está fazendo um bem incrível para a minha alma! Algumas estratégias podem sim, ser tomadas por nós mesmos para nos curar e com a nossa vontade ativa podemos ser o remédio para nós mesmos e com o auxílio essencial do Evangelho colocamos em prática o roteiro deixado por Jesus, que é o nosso modelo e guia da humanidade.

    Devemos nos entregar confiantes para que Ele realize em nós a terapia da cura em nós. O nosso Mestre Jesus é considerado um pedagogo, psicólogo e um psicoterapeuta por excelência. Ressaltava constantemente a lei de causa e efeito.

    O que plantares, colherás. Pagarás até o último ceitil.

    Cada um receberá sua recompensa segundo suas obras, dizia ele.

    E o que ele indicava como medida profilática? Ele orientava àqueles que eram curados:

    “Vá e não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.”

    Ao seguirmos os princípios da sua doutrina terapêutica alcançaremos a saúde emocional, psicológica e espiritual, sentindo a paz, a serenidade e o sentimento de plenitude no âmago do nosso ser.

    O Evangelho de Jesus é o melhor roteiro de segurança para os que buscam o autoconhecimento, a autotransformação e a cura da alma. A prática da Evangelhoterapia e a vivência do Evangelho no nosso cotidiano visando o nosso aprimoramento moral, aos poucos vai estruturando nossos pensamentos, equilibrando nossas emoções, transformando positivamente nossa psicosfera energética e espiritual, vitalizando nossas células físicas.

    Jesus deixou claro em várias situações do Evangelho o quanto é importante ajudarmos uns aos outros. Ao compartilharmos a prática da Evangelhoterapia, estaremos semeando juntos a Boa Nova de Jesus.

    Muita paz!

    *REFERÊNCIAS

    Comentários evangélicos de Bezerra de Menezes/Edgard Armond
    O médico Jesus de José Carlos De Lucca

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    Sonhos caminho para o Autoconhecimento

    Os símbolos estão presentes e influenciando em nossa vida cotidiana muito mais do que pensamos. Todo o estudo que faço a respeito de sonhos, sigo a linha de pesquisa de Carl Gustav Jung. Jung foi  um psiquiatra e psicoterapeuta suíço que via a psique humana como “de natureza simbólica”. Jung desenvolveu vários conceitos da psicologia analítica, como arquétipos e o inconsciente coletivo. É um dos maiores pesquisadores conhecidos sobre a análise de sonhos e sua simbolização. Ele observou na prática consigo mesmo e com seus pacientes como os símbolos influenciam o nosso psiquismo e as variadas organizações sociais como família, trabalho, igreja.

    O inconsciente expressa-se por meio de símbolos, símbolo esse que traz na sua essência um arquétipo. Os arquétipos são conjuntos de “imagens primordiais” originadas de uma repetição progressiva de uma mesma experiência durante muitas gerações, armazenadas no inconsciente coletivo. Os arquétipos são carregados de significado e tonalidade afetiva.

    E como são construídos esses arquétipos no inconsciente coletivo? Podemos dizer que antigamente eram através de contos, mitos, fantasias, histórias que eram transmitidas de geração a geração nas conversas à beira da fogueira, reuniões familiares, cerimônias religiosas. Quem não conhece  a história de Abel e Caim retratada na Bíblia, o conto de fadas da Chapeuzinho Vermelho?

    Nos tempos atuais podemos citar a tal “loira do banheiro” que assusta tantas crianças nas escolas. Atualmente podemos dizer que a tecnologia faz esse papel, pois as transmissões orais de histórias  tradicionais  a muito perdeu sua significância com o aumento e a diversidade dos meios de comunicação.

    Os filmes também retratam o universo simbólico da humanidade

    A tecnologia dos aparelhos de comunicação e a rápida transmissão de informações, faz com que os mitos atuais cheguem rapidamente até as nossas casas como por exemplo, através de filmes que assistimos e nos influenciam,  servindo como gatilhos para “acordar” o nosso psiquismo para aquilo que precisamos digerir e refletir. Um filme atual que aborda bastante a questão dos mitos e contos é o Senhor dos anéis,  que  nos convida a reflexão e a compreensão dos  simbolismo dos mitos. O filme  é abordado aqui com uma leitura junguiana do significado simbólico. Vale a pena ler…

    Jung se envolveu bastante com a pesquisa dos sonhos, viajou pelo mundo para ver a cultura simbólica de acordo com diversas culturas, tribos. Durante essas viagens anotou vários sonhos de  uma diversidade grande de sociedades e culturas diferentes, o que propiciou a ele um vasto material para estudo da mente humana.

    Para Jung  estudar os símbolos é aprender história, ou seja, a história do ser humano e sua evolução  psíquica e mental, porque conforme vamos evoluindo vamos criando, recriando, ressignificando, codificando os diferentes símbolos, que aparecem nos sonhos e é demonstrado a sua ação  ao analisar os diversos aspectos dos sonhos de um indivíduo, pois, os sonhos deixam em evidência através dos símbolos, os diversos aspectos que estão no inconsciente e que já estão prontos para serem ressignificados quando  emergem também através de gatilhos na forma de  atos falhos, atitudes impensadas. Veja abaixo algumas das postagens sobre sonhos do Cantinho da Luz que darão mais informações sobre o que estamos abordando nessa postagem.

    Sonhos repetitivos  
    Classificação dos sonhos
    Página Significados dos sonhos

    Foi através do estudo dos próprios sonhos e dos pacientes que Jung observou que alguns sonhos  não tinham nenhuma relação com a história de vida atual e que continham símbolos de civilizações antigas, primitivas e até extintas e que não tinham nada a ver com os símbolos que a pessoa tinha contato no seu cotidiano.

    Outro fato observado por ele, é que  símbolos ancestrais repetem também em sonhos de pessoas diferentes, o que prova a estreita comunicação entre os inconscientes das pessoas. Esses fatos observados empiricamente lhe permitiu diferenciar conteúdos que podem ser encontrados em toda parte, diferente dos conteúdos pessoais que são relativos somente a própria pessoa. Jung   concluiu com suas pesquisas  o conceito mais divulgado das suas investigações  que é o “inconsciente coletivo”.  Observou também que a  codificação desses símbolos é pessoal, pois,  estão impregnados energeticamente  com a maneira como cada indivíduo codificou internamente determinado símbolo ao longo de suas vidas passadas e também da atual. Sabemos que Jung nos seus estudos não fez abertamente nenhuma ligação do inconsciente coletivo com a reencarnação, mas, a visão da reencarnação da doutrina Espírita explica claramente esse elo de ligação entre o inconsciente coletivo (vidas passadas) e o inconsciente pessoal (vida atual).

    O que um símbolo representa é para cada indivíduo uma codificação pessoal fruto da sua vivência como espírito imortal durante as várias encarnações, já a forma de um símbolo faz parte do inconsciente coletivo da humanidade.

    Segundo Jung, no livro  Memórias, Sonhos, Reflexões, “As representações não são herdadas; apenas suas formas o são”, a forma do símbolo nós recebemos de herança do inconsciente coletivo que é passada de geração a geração o que significa determinado símbolo, agora, o que o símbolo representa pra mim, já é uma leitura pessoal e única que faço do símbolo.

    Por exemplo, alguns nomes da história da humanidade, tem um significado simbólico comum e dependendo de como um sujeito foi aglutinando informações e energias nesse símbolo durante as várias encarnações pode ir diferenciando uns dos outros.

    No meu Blog Ao cantinho da luz postei uma reflexão a respeito do significado do nome de Jesus. Jesus Cristo é o símbolo da religião cristã, tendo como símbolo comum a cruz. Quando falamos no nome de Jesus podemos ser remetidos à imagem simbólica que cada qual arquivou na  mente como  define o nome de Jesus. Podemos citar como imagem sobre o nome de Jesus:
    • Jesus crucificado
    • Jesus pregando as bem-aventuranças
    • Jesus na última ceia
    • Jesus no monte se afastando para orar

    O nome de Jesus 

    Os sonhos auxiliam no autoconhecimento

    Para se ter uma idéia da relevância dos símbolos vamos pedir para você que está lendo essa postagem pensar nessa expressão “príncipe encantado”. O que lhe veio à mente? Qual é a imagem? O que lhe diz essa imagem? Se você é uma mulher virá uma imagem de um homem lindo montado num cavalo branco não é mesmo? Pois bem, a imagem simbólica do príncipe encantado como um homem lindo montado num cavalo branco é o que está no inconsciente coletivo da humanidade,  que foi passado de geração a geração através de histórias, contos e mitos.Agora, faço outra pergunta: Qual o significado que esse símbolo/imagem tem especificamente pra você? Vou dar umas dicas: se você tá casada com um homem, não precisa ser lindo, mas é bom, honesto, carinhoso… Você vai achar que príncipe encantado é o teu marido ou namorado em pessoa. Mas… se você teve várias decepções amorosas no passado em que os príncipes encantados dessas vidas te decepcionaram profundamente, você vai estar sempre armada, esperando decepções do seu príncipe atual, mesmo que ele seja uma ótima pessoa. Então, cada vez que o príncipe der uma ‘pisada na bola’, esses conteúdos inconscientes emergem e tomam conta da psique e a pessoa se sente totalmente atormentada sem atinar o por quê. Mal sabe ela que esses conteúdos atingem profundamente nossas atitudes, comportamento e até mesmo os relacionamentos que fazem parte da vida da pessoa.

    Você não vai entender os  sentimentos que aparecem como  medo, insegurança e fica se perguntando do por quê desses sentimentos invasivos no teu relacionamento sendo que teu príncipe é realmente para você, o príncipe encantado dos contos de fadas.  Essa é uma das possibilidades de com uma mulher carrega consigo no seu inconsciente,  o significado de um símbolo. Percebe como nós energizamos um símbolo de acordo com a somatória de nossas vivências?

    Mas, e se for um homem que está lendo isso que escrevi? A imagem que ele  vai se reportar também é a imagem do homem lindo e másculo num cavalo branco, porque está no inconsciente coletivo, lembra? Mas, se ele não é lindo, ele vai buscar  quais qualidades possíveis poderia desenvolver para ser um príncipe encantado… É onde muitos homens pensam em se tornar musculosos para chamar a atenção das princesas em potencial. Só não vai ter o cavalo, que é substituído hoje em dia pelo carro  da hora, comprado a prazo a perder de vistas. Mas… e se ele teve experiências desastrosas como  homem que foi traído, desvalorizado em vidas passadas por exemplo? É aí que ele pode  trazer para a vida atual a maneira como ele energizou e significou com seu toque individual e pessoal o símbolo do príncipe encantado de acordo com a somatória de suas vidas passadas e aí fica a critério de cada um analisar as possíveis reações de um homem a esse símbolo.

    Aos meus leitores

    É aí que entra a interpretação de símbolos nos sonhos,  e é por isso meus leitores,  que eu falo que não dá pra interpretar sonhos apenas pelo significado literal do símbolo. Tem muita coisa envolvida num símbolo e quem pode dar a resposta é a própria pessoa quando ela busca no seu interior o que determinado símbolo significa para ela. Trabalhar com um profissional da área como psicólogo, psicanalista, terapeuta ajuda muito nessa travessia em que a nossa mente está mandando uma enxurrada de símbolos ou então, batendo na mesma tecla, com sonhos repetitivos.


    Quer saber como o inconsciente se movimenta nos sonhos a fim de promover a nossa cura psíquica? Veja a minha experiência no post: “O sábio interno de cada um“.

    Mas por ora, se não tem como ter ajuda profissional, estou preparando  o Post:  “Passos para compreender  um sonho” em que eu farei a exposição de  algumas dicas de como começarmos por conta própria a compreendermos a linguagem dos símbolos que aparecem em nossos sonhos.

    REFERÊNCIAS

    A experiência junguiana – James A. Hall
    Fundamentos de psicologia analítica – Carl Gustav Jung
    Memórias Sonhos Reflexões – Carl Gustav Jung
    Monografia O homem simbólico – Guilherme de Siqueira Labarrere
    O eu e o inconsciente – Carl Gustav Jung
    O desenvolvimento da personalidade – Carl Gustav Jung
    O homem e seus Símbolos – Carl Gustav Jung

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    Comentários evangélicos Semeadura

    ***Semeadura***

     

    “E outra caiu em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu; e um produziu trinta, outro sessenta, e outro cem.”

    (Mateus 4:8)

     

    Tudo se multiplica na vida, ecoa em seus infinitos labirintos, reflete-se de várias formas, expande-se longamente e palpita a todo tempo, pois nada se perde na constante renovação do Universo.

    Sendo este mundo imperfeito, nem todos os frutos de nossas ações poderiam ser perfeitos, nem tudo que fazemos sairá a primor, nem toda a intenção digna se materializa em nobre atitude.

    Mas nem por isso se deve deter o trabalhador do bem. Semear é seu dever, a colheita a Deus pertence.

    Semeai com carinho, e amor colhereis; semeai com discernimento, e vossa há de ser a sabedoria maior; semeai sem descanso, e repousareis no Inefável.

    *Do livro Comentários evangélicos – Bezerra de Menezes/Edgard Armond

    * * * * * * *
    Essa leitura me fez lembrar da história da velhinha que semeava sementes de flores durante suas viagens de ônibus.

    Certo homem trabalhava em uma fábrica, distante 50 minutos de ônibus da sua casa. No ponto seguinte, entrava uma senhora idosa que sempre se sentava junto à janela do ônibus. Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora. A cena se repetia todos os dias e, curioso, durante uma dessas viagens, o homem lhe perguntou o que ela jogava pela janela.

    – Jogo sementes – respondeu ela.

    – Sementes? Sementes de quê?

    – De flores. É que eu olho para fora e a estrada é tão vazia! Gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom!

    Dizendo isso, ela virou-se para a janela e recomeçou seu trabalho. O homem desceu logo adiante, achando que aquela pobre senhora já não “batia bem das ideias”.

    Algum tempo depois, no mesmo ônibus, aquele homem percebeu flores à beira da estrada. Muitas flores; uma paisagem colorida, perfumada e linda!

    Lembrou-se então daquela senhora; procurou-a, mas não a encontrou. Perguntou então ao cobrador sobre ela.

    – A velhinha das sementes? Pois é, ela morreu há quase um mês.

    Neste mesmo instante, ouviu risos de criança, num banco mais a frente. Uma garotinha apontava pela janela, entusiasmada:

    – Olha mãe, que lindo! Quantas flores! Como se chamam aquelas flores?

    Foi então que entendeu o que aquela senhora havia feito. Mesmo não estando ali para ver, fez a sua parte, deixou a sua marca, a beleza para a contemplação e a felicidade das outras pessoas.

    No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se junto à janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso…

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    Benefícios do perdão

    Esforço e oração

    “E, despedida a multidão, subiu ao monte a fim de orar,
    à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.”

    (Mateus, 14: 23)

    De vez em quando, surgem grupos religiosos que preconizam o absoluto retiro das lutas humanas para os serviços da oração.

    Nesse particular, entretanto, o Mestre é sempre a fonte dos ensinamentos vivos. O trabalho e a prece são duas características de sua atividade divina.

    Jesus nunca se encerrou a distância das criaturas, com o fim de permanecer em contemplação absoluta dos quadros divinos que lhe iluminavam o coração, mas também cultivou a prece em sua altura celestial.

    Despedida a multidão, terminado o esforço diário, estabelecia a pausa necessária para meditar, à parte, comungando com o Pai, na oração solitária e sublime.

    Se alguém permanece na Terra, é com o objetivo de alcançar um ponto mais alto, nas expressões evolutivas, pelo trabalho que foi convocado a fazer. E, pela oração, o homem recebe de Deus o auxílio indispensável à santificação da tarefa.

    Esforço e prece completam-se no todo da atividade espiritual.

    A criatura que apenas trabalhasse, sem método e sem descanso, acabaria desesperada, em horrível secura do coração; aquela que apenas se mantivesse genuflexa, estaria ameaçada de sucumbir pela paralisia e ociosidade.

    A oração ilumina o trabalho, e a ação é como um livro de luz na vida espiritualizada.

    Cuida de teus deveres porque para isso permaneces no mundo, mas nunca te esqueças desse monte, localizado em teus sentimentos mais nobres, a fim de orares “à parte”, recordando o Senhor.

    Do livro Caminho, verdade e vida – Emmanuel psicografia de Francisco Candido Xavier

    * * *

    Benefícios do perdão

    Se deixamos a mágoa entrar em nossos corações pelas portas da frente, a felicidade sai pelas portas dos fundos!

    Perdoar sempre é prova de sabedoria. É uma atitude nobre e ao mesmo tempo profilática, pois, ao perdoar aqueles que erroneamente denominamos nossos inimigos, estamos nos poupando de sérias complicações de saúde e, ao mesmo tempo, consolidando a alegria de viver em paz com a vida e com todos à nossa volta.

    Automaticamente, com essa atitude, tornamo-nos mais simpáticos, mais alegres e mais otimistas, aptos a desfrutarmos do sucesso em todas as nossas manifestações.

    Quando adotamos o perdão em nossos corações, estamos nos desvinculando da faixa vibratória por onde transitam as emanações mentais de inteligências voltadas para o mal; consequentemente, adquirimos a paz. Este é o primeiro de uma série de benefícios que a atitude do perdão nos proporciona.

    Alcançamos a paz porque nos desassociamos dos pensamentos de mágoa e de rancor, impedindo que os dardos mentais envenenados, daqueles que nos magoaram, continuem nos atingindo. Com essa atitude, criamos um mundo novo dentro de nós, onde o nosso coração se transforma no guardião dos nossos pensamentos, ampliando a nossa felicidade.

    Quem pensa bem e age bem, vive bem!

    Se vivemos constantemente apontando as escabrosidades do mundo, sem procurar compreendê-las, estaremos nos associando mentalmente aos acontecimentos infelizes e, amanhã, poderemos nos tornar suas vítimas.

    Nós somos o que pensamos e irradiamos à nossa volta exatamente o que sentimos. Todos os que se aproximam de nós são envolvidos por essa energia que emana dos nossos sentimentos e, com certeza, através dela, atrairemos para o nosso convívio todos aqueles cujos pensamentos se associam aos nossos, ou seja, os nossos afins, os que pensam e sentem como nós, encarnados e desencarnados.

    Então eu direi: “Diga-me o que pensas e sentes e eu te direi com quem andas!”

    Aprimorar nossas atitudes, nossos pensamentos e sentimentos é uma maneira inteligente e de certa forma científica de nos libertarmos do ciclo vicioso do sofrimento. Felizes são aqueles que já acordaram e estão em luta constante em busca desse aprimoramento! Estes já estão a caminho da verdadeira felicidade.

    Ao passo que, aqueles que ainda se vinculam ao sentimento de mágoa e de ódio, caminham para sofrimentos e provações morais que, mais tarde, refletir-se-ão no corpo físico, provocando sérios danos à saúde.

    Mesmo quando somos caluniados e feridos injustamente, é de bom alvitre optarmos pelo perdão. Entretanto, perdoar não significa conviver ou acarinhar aqueles que se fizeram nossos adversários; é uma postura íntima que devemos assumir compreendendo a ignorância daqueles que ainda não alcançaram o grau da nossa compreensão. É como perdoar as crianças pelas suas traquinagens próprias da infância.

    Encontraremos forças para assumir essa atitude na sábia rogativa do Mestre, proferida nos momentos finais do seu sacrifício: “Pai, perdoai-os; eles não sabem o que fazem.”

    Realmente, aqueles que toma atitudes contrárias à felicidade de alguém, por inveja ou por ciúmes, ou por qualquer outro motivo, é vítima da própria ignorância; não sabem que, com esse comportamento, semeiam a própria infelicidade. Só se tornarão suas vítimas, aqueles que vibram na mesma faixa de ignorância.

    Jamais devemos julgar ou condenar quem quer que seja. Talvez os erros que apontamos no nosso próximo sejam aqueles que mais praticamos no passado. Hoje entendemos por que Jesus desafiou a turba sequiosa pela condenação, afirmando: “Atire a primeira pedra quem não tiver pecado.”

    As pessoas habituadas ao perdão sofrem menos do que aqueles que ainda se deixam envolver pela idéia de que perdoar irrestritamente é abdicar dos próprios direitos supostamente conferidos pelas leis humanas. Com isso, arrastam-se durante uma vida duelando mentalmente ou juridicamente em uma luta inglória que culminará somente com perdedores perante as leis naturais da vida.

    Do livro Perdão o caminho da felicidade de Nelson Moraes orientado pelo espírito Aulus

    Música: Memory – Instrumental

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    Bases e Insônia

    Bases

     

    “Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.”

    (João, 13:8)

    É natural vejamos, antes de tudo, na resolução do Mestre, ao lavar os pés dos discípulos, uma demonstração sublime de humildade santificante.

    Primeiramente, é justo examinarmos a interpretação intelectual, adiantando, porém, a análise mais profunda de seus atos divinos. É que, pela mensagem permanente do Evangelho, o Cristo continua lavando os pés de todos os seguidores sinceros de sua doutrina de amor e perdão.

    O homem costuma viver desinteressado de todas as suas obrigações superiores, muitas vezes aplaudindo o crime e a inconsciência. Todavia, ao contacto de Jesus e de seus ensinamentos sublimes, sente que pisará sobre novas bases, enquanto que suas apreciações fundamentais da existência são muito diversas.

    Alguém proporciona leveza aos seus pés espirituais para que marche de modo diferente nas sendas evolutivas.

    Tudo se renova e a criatura compreende que não fora essa intervenção maravilhosa e não poderia participar do banquete da vida real.

    Então, como o apóstolo de Cafarnaum, experimenta novas responsabilidades no caminho e, desejando corresponder à expectativa divina, roga a Jesus lhe lave, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça.

    Do livro Caminho, verdade e vida – Emmanuel psicografia de Francisco Candido Xavier

    *******************************
    Insônia

    Pensar é bom, pensar demais é um problema. Muitos médicos, advogados e professores gastam energia excessiva pensando. Gastam tanta energia que, ainda que consigam dormir, o sono que possuem não é suficiente. Há pessoas que, devido à vida agitada e estressante que levam, precisam, não de oito horas bem dormidas, mas de nove ou dez.

    Se um sono razoável pode ser insuficiente, imagine a debilidade física e mental que um sono ruim pode causar. As doenças psíquicas são desencadeadas e expandidas quando a insônia golpeia a personalidade. As crises depressivas e ansiosas são normalmente precedidas e perpetuadas pela insônia.

    Em alguns casos, a depressão se apresenta com excesso de sono. Nesse caso, o excesso de sono pode ser tanto uma fuga dos estímulos estressantes diários como uma tentativa desesperadora do cérebro de repor a energia gasta pela hiperprodução de pensamentos negativos.

    Dependendo da qualidade do seu sono, você será uma pessoa agradável, tolerável ou insuportável. Se você anda explosivo ou impulsivo, reflita sobre a qualidade do seu sono. As pessoas insones irritam-se até com a sua sombra. Não suportam as tolices dos outros, falhas ou erros repetidos.

    Se a falta de um sono restaurador abala a inteligência e a serenidade dos adultos, imagine o que pode causar nos jovens. A juventude mundial tem dormido pouco e mal. Isso é muito grave.

    Os jovens que ficam até de madrugada na Internet poderão pagar caro a conta psíquica. Poderão se tornar inseguros, ansiosos, mal humorados, sem metas, sem garra. Navegue na Internet, mas não afunde. Administre seu tempo.

    Há pessoas que dormem pouco e se recuperam facilmente. O privilégio que possuem pode se transformar em desvantagem no futuro se elas não treinarem dormir o suficiente. Embora cada pessoa tenha uma necessidade, devido à agitação do mundo moderno, nós preconizamos que se durma oito horas diárias. Nos finais de semana, deveríamos dormir uma ou duas horas a mais. Repito, o sono é o reator da vida.

    Faça exercícios físicos diários ou três vezes por semana durante pelo menos meia hora. Os exercícios, além do bem físico, liberam a endorfina, que é um calmante natural que relaxa e promove o sono.

    Evite comer antes de dormir. O metabolismo em ação pode dificultar o sono. Leia um bom livro antes de ir para a cama. A leitura desacelera o pensamento, aquieta as águas da emoção e induz o sono.

    Se tiver insônia, relaxe e pense em imagens ou situações tranquilas. Não pense naquilo que o perturba. Faça isso durante alguns minutos. Se não conseguir dormir, saia da cama. A insônia rebelde é alimentada quando ficamos na cama. Volte a ler um livro ou faça uma tarefa suave. Espere o sono chegar.

    Se tiver insônia total por um ou dois dias é bom procurar um médico. Se for necessário, seu médico indicará um tranquilizante ou indutor do sono por tempo determinado. Não se esqueça que dormir um bom sono é ter uma caso de amor com você.

    Não leve seus inimigos e problemas para a sua cama!
    Um dos maiores crimes que uma pessoa pode cometer contra ela mesma é levar seus problemas para sua cama. Há pessoas que dormem e acordam pensando em problemas. Você deve educar sua emoção e seus pensamentos para resistir a essa invasão em seu sono. Não traia sua paz.

    A vida é uma batalha e a cama é o único lugar onde deve reinar a trégua absoluta. O sono é o único lugar em que deve haver paz incondicional, mesmo que o mundo esteja desabando.

    Muitos têm pesadelos ou uma produção de imagens e pensamentos agitados durante o sono porque não conseguem aquietar-se e soltar-se. O dia-a-dia é tão atribulado que uma guerra se instala em um espaço que deveria ser um sagrado leito de paz.

    Algumas pessoas têm atritos ou decepções com os outros com facilidade. Pensam demais em todas as injustiças que lhes fizeram. Repetem e remoem as cenas que as feriram. Imaginam respostas que deveriam ter dado e não deram. Assim, levam seus inimigos para debaixo do lençol, e, pior ainda, para o teatro da sua mente. Vivem um teatro de terror.

    Fica mais barato não esperar muito das pessoas e perdoar-lhes, mesmo que elas não mereçam. Faça isso por você. Os inimigos que não perdoamos dormirão em nossa cama e perturbarão o nosso sono…

    Do livro 12 Semanas para mudar uma vida – Augusto Cury (Capítulo: Ter um sono restaurador)

    Música: Grandioso és Tu panflute

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