Paz e Luz!
28 abr

Hoje decidi que na minha vida
Vou parar com tudo
Parar com tudo que me atrapalha
A vida, vou viver com simplicidade
Quero paz, serenidade
E quietude no meu íntimo.
Desisti de argumentar verbalmente
com as pessoas
Não tenho o dever de agradar a todas
Exponho meu ponto de vista,
Porque não quero ser omissa com a vida
E o outro pense e fale o que quiser
Vou deixar de fazer também o mais difícil
Que são as argumentações mentais
Vou deixar o outro em paz.
Quero deitar na cama
E me entregar a Deus
Como uma criança confiante
De que alguém zela por ela
E eu tenho a certeza de que Alguém
Zela por mim
E este Alguém não faz as cobranças
Que eu faço com os outros.
Por isso decidi
Parar com tudo que altera
As minhas emoções,
Quero viver na simplicidade,
Na paz e na serenidade.
(Vilma Medeiros)
12 abr

11 abr
“A busca desenfreada pelo poder e posses, pode gerar uma insatisfação crônica na alma, ao estar sempre almejando o que não tem e não valorizando o que tem.”
(Vilma Medeiros)
No Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XVI no item “Emprego da riqueza”, encontramos a seguinte instrução de um espírito protetor: “Quando considero a brevidade da vida, dolorosamente me impressiona a incessante preocupação de que é para vós objeto o bem-estar material, ao passo que tão pouca importância dais ao vosso aperfeiçoamento moral, a que pouco ou nenhum tempo consagrais e que, no entanto, é o que importa para a eternidade.
(…)Que de penas, de amofinações, de tormentos cada um se impõe; que de noites de insônia, para aumentar haveres muitas vezes mais que suficientes! …Unicamente no vosso corpo haveis pensado; seu bem-estar, seus prazeres foram objeto exclusivo da vossa solicitude egoística. Por ele, que morre, desprezastes o vosso Espírito, que viverá sempre. Por isso mesmo, esse senhor tão animado e acariciado se tornou o vosso tirano; ele manda sobre o vosso Espírito, que se lhe constituiu escravo. Seria esta a finalidade da existência que Deus vos outorgou?”.
Nos imediatismos da vida a parte espiritual e o autoconhecimento ficam relegados a segundo plano. Primeiro as conquistas materiais, depois, quando aposentar, quando estiver mais velho vamos pensar na espiritualidade e no autoconhecimento. Será que vai dar tempo? Relembremos a Párabola do celeiro (Lucas: 16-20).
E Jesus propôs-lhes uma parábola, dizendo: a herdade de um homem rico tinha produzido com abundância. E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos.E disse: Farei isto: derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens. E direi à minha alma: alma, tens em depósito muitos bens, para muitos anos; descansa, come, bebe e folga.
Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será?
Por não conseguir todos os bens que almejou para si a pessoa se revolta ficando com sentimentos de desânimo e tristeza. Começa a se comparar com o que os outros conseguiram de bens, não dando valor às suas conquistas. A alma não tratada começa a sofrer de insatisfação crônica, nada traz alegria e não vê prazer nas pequenas conquistas diárias.
Esses sentimentos podem gerar doenças orgânicas de difícil restabelecimento como a depressão e ansiedade crônica. Procura-se ajuda que traga alívio ao corpo, tomando medicamentos que amorteçam a consciência, esquecendo-se da alma e em constante fuga de si mesmo. A dor e o vazio está lá, é a alma quem está gritando para ser cuidada e receber atenção.
10 abr
Agradeço a todos os amigos e internautas que têm visitado meu blog. Saibam que será um prazer contar com seus comentários. As suas visitas tem me incentivado para que eu continue a escrever com o maior carinho a todos vocês. Obrigada a todos e Beijos carinhosos!!!!

A Luz está dentro de Ti…

(Cantinho da Luz)
“Há uma grande alegria no compreendermos e descobrirmos o que somos.”(Krishnamurti)
Caminhos da paz…

(Via de Paz)
“Comece em você a paz que você quer ver no mundo.”
(Ghandi)
3 abr
“Sem amor, o simples cogitar sobre o que fazer com a riqueza se torna outra forma de fuga de nossa miséria, nossa luta, nosso vazio.”
(Krishnamurti)
Há ricos de dinheiro, tão ricos de usura,
que se fazem mais pobres que os pedintes da via pública que, muitas vezes,
não dispõem sequer de um pão.
Há ricos de conhecimento, tão ricos de orgulho,
que se fazem mais pobres ainda insulados nas trevas da inteligência.
Há ricos de tempo, tão ricos de preguiça,
que se fazem mais pobres que os pobres escravizados às tarefas de sacrifício.
Há ricos de possibilidades, tão ricos de egoísmo,
que se fazem mais pobres que os pobres irmãos em amargas lutas expiatórias,
que de tudo carecem para ajudar.
Há ricos de afeto, tão ricos de ciúme,
que se fazem mais pobres que os pobres companheiros em prova rude,
quando relegados à solidão.
Lembra-te, pois,
de que todos somos ricos de alguma coisa
ante o Suprimento Divino da Divina Bondade, e,
usando os talentos que a vida te confia na missão
de fazer mais felizes aqueles que te rodeiam.
Chegará o momento em que te surpreenderás
mais rico que todos os ricos da Terra,
porquanto entesourarás no próprio coração
a eterna felicidade que verte do amor de Deus.
(Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
27 mar
“Há grande alegria no compreendermos e descobrirmos o que somos, o integral conteúdo de nós mesmos.”
( Krishnamurti)
Tua luz brilha, mesmo quando não a queres, mesmo quando não a vês.
Poderás esconder-te de ti mesmo, apagando todas as tuas velas, todas as tuas lamparinas;
cobrindo com véus as tuas estrelas azuis, nublando com nuvens pesadas o teu céu para que nele nem a lua e nem o sol possam ser vistos…
Mas quando te distraíres, por segundos, ao som de uma canção que invoca a luz do amor, quando te distraíres olhando para o mar ou brincando sem querer com os cata-ventos da tua memória, saberás que brilhaste…
E, se neste momento, puderes soltar tuas amarras e, feito um pássaro, voar pelo teu universo interior, verás quão luminoso é o teu ser.
Sentirás as mãos amorosas da existência guiando teu coração e ensinando-te a amar…
Saberás não estar sozinho, saberás ser amado e agraciado pelo amor do teu Criador.
E tudo isso porque deixaste, sem querer, a tua luz iluminar, o teu ser respirar a vida que brota alegre a cada momento em que te decides por ti mesmo.
Lembra, Deus abençoa e te sorri por isso.
Autor: V. Avelino
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18 mar
“Não fuja às lições da estrada evolutiva, por mais difíceis e dolorosas, a fim de que a vida, mais tarde, lhe abra o santuário da sabedoria.”
(André Luíz)
- Se uma criatura desencarna deixando inimigos na Terra; é possível que continue perseguindo o seu desafeto, dentro da situação de invisibilidade?
Emmanuel – Isso é possível e quase geral, no capítulo das relações terrestres, porque, se o amor é o laço que reúne as almas nas alegrias da liberdade, o ódio e a algema dos forçados, que os prende reciprocamente no cárcere da desventura.
Se alguém partiu odiando, e se no mundo o desafeto faz questão de cultivar os germens da antipatia e das lembranças cruéis, é mais que natural que, no plano invisível, perseverem os elementos da aversão e da vindita implacáveis, em obediência às leis de reciprocidade, depreendendo-se daí a necessidade do perdão com o inteiro esquecimento do mal, a fim de que a fraternidade pura se manifeste através da oração e da vigilância, convertendo o ódio em amor e piedade, com os exemplos mais santos, no Evangelho de Jesus.
- No caso das perseguições dos inimigos espirituais, a ação deles se realiza sem o conhecimento dos nossos guias amorosos e esclarecidos?
Emmanuel – As chamadas atuações do plano invisível, de qualquer natureza, não se verificam à revelia de Jesus e de seus prepostos, mentores do homem na sua jornada de experiências para o conhecimento e para a luz. As perseguições de um inimigo invisível têm um limite e não afetam o seu objeto senão na pauta de sua necessidade própria, porquanto, sob os olhos amoráveis dos vossos guias do plano superior, todos esses movimentos têm uma finalidade sagrada, como a de ensinar-vos a fortaleza moral, a tolerância, a paciência, a conformação, nos mais sagrados imperativos da fraternidade e do bem.
- Qual a terapêutica para o parasitismo da alma, ou obsessão?
André Luiz – Importa observar que todos os sofrimentos e corrigendas a que nos referimos estão conjugados para as consciências encarnadas ou não, dentro da lei de ação e reação que a cada um confere hoje o equilíbrio ou o desequilíbrio, por suas obras de ontem, reconhecendo-se também que assim como existem medidas terapêuticas contra o parasitismo no mundo orgânico, qualquer criatura encontra, na aplicação viva do bem, eficiente remédio contra o parasitismo da alma.
Não bastará, porém, a palavra que ajude e a oração que ilumina. O hospedeiro de influências inquietantes que, por suas aflições na existência carnal, pode avaliar da qualidade e extensão das próprias dívidas, precisará do próprio exemplo, no serviço do amor puro aos semelhantes, com educação e sublimação de si mesmo, porque só o exemplo é suficientemente forte para renovar e reajustar.
A ação do bem genuíno, com a quebra voluntária de nossos sentimentos inferiores, produz vigorosos fatores de transformação sobre aqueles que nos observam, notadamente naqueles que se nos agregam à existência, influenciando-nos a atmosfera espiritual, de vez que as nossas demonstrações de fraternidade inspiram nos outros pensamentos edificantes e amigos que, em circuitos sucessivos ou contínuas ondulações de energia renovados, modificam nos desafetos mais acirrados qualquer disposição hostil a nosso respeito.
Ninguém necessita, portanto, aguardar reencarnações futuras, entretecidas de dor e lágrimas, em ligações expiatórias, para diligenciar a paz com os inimigos trazidos do pretérito, porque, pelo devotamento ao próximo e pela humildade realmente praticada e sentida, é possível valorizar nossa frase e santificar nossa prece, atraindo simpatias valiosas, com intervenções providenciais, em nosso favor.É que, em nos reparando transfigurados para o melhor, os nossos adversários igualmente se desarmam para o mal, compreendendo, por fim, que só o bem será, perante Deus, o nosso caminho de liberdade e vida.
*Fonte de Pesquisa:
- Evolução em Dois Mundos -André Luíz – Psicografia Chico Xavier/Waldo Vieira
- O Consolador – Emmanuel – Psicografia de Francisco Cândido Xavier
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16 mar
A VOZ DA ALMA
Todos nós buscamos a felicidade…
E nessa busca percorremos caminhos que nem sempre nos levam a ela…
Muitas vezes nos afastam cada vez mais do ponto onde a felicidade se encontra…
Aprendemos a querer coisas que na verdade não queremos…
Numa total incoerência com a nossa natureza…
Desde criança somos levados a acreditar que a felicidade
será encontrada em coisas fora de nós…
E nos são dadas ao longo dos tempos muitas possíveis fórmulas prontas…
E muitos caminhos que apontam para a tão buscada felicidade…
E acabamos acreditando que fora daqueles padrões e daqueles conceitos não existe a menor
chance de ser feliz…
E vamos por aí… Conquistando coisas… Cargos… Status… Stress… Menos a felicidade…
Dá um sentimento de vazio quando constatamos que não era bem aquilo que esperávamos…
Uma sensação de ter vencido a corrida e não ter levado o prêmio…
Mas… A voz do ego nos chama de muitas formas…
Cada vez mais atrativas e mais convincentes, e de novo embarcamos nessa busca…
Que não tem conexão com a nossa vontade mais profunda…
E podemos ficar perdidos no meio de tantos chamados do ego…
Tentando chegar aos muitos finais onde existem as promessas que nunca se cumprem e que cada
vez mais nos afastam da felicidade…
Ou podemos escolher escutar uma outra voz…
Uma voz que nos fala suavemente nos convidando a descobrir nosso próprio caminho…
Sem receitas prontas e aonde cada um vai escrevendo a sua própria história…
É a voz da Alma…
Para seguir esse chamado da alma é preciso coragem… Desapego… Além de muita Fé.
Coragem porque em alguns pontos precisamos abrir a nossa própria estrada…
Passar por onde ninguém passou…
Buscando nos mergulhos profundos as pistas que indicam a direção do próximo passo…
Desapego dos conceitos… Das regras e principalmente do ego…
É preciso desaprender muitas das coisas que aprendemos…
E deixar espaço para as coisas novas e que fazem sentido para a nossa história…
E fé para confiar nos caminhos que a Alma nos indica… Sabendo que aqui não existem os
limites da nossa mente racional e que os impossíveis podem se tornar possíveis quando menos
esperamos…
Quando nos abrimos para seguir a voz da Alma… Aos poucos vamos descobrindo que a felicidade
não se encontra nos prometidos finais… Mas em cada passo em que estamos conectados com o
nosso propósito Divino…
Vamos percebendo que a felicidade é um atributo de cada um de nós que aparece na medida em que
vamos nos conhecendo melhor e nos aproximando de quem realmente somos…
A felicidade se aproxima da gente na medida em que nos aproximamos de nós mesmos….
E chega um tempo onde não conseguimos mais fugir do chamado que vem da Alma…
Porque essa voz vai se fazendo tão presente e tão natural que entendemos que é a única voz que
nos indica o caminho de volta pra casa…
Escute a voz de sua alma e siga esses caminhos…
Assim você vai perceber que muito além do conhecido existem muitas possibilidades…
Até a de Ser feliz…
Autoria de Rúbia A. Dantes
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14 mar
Segundo Jung, o ego é o sujeito da consciência e surge constituído de disposições herdadas e de impressões adquiridas inconscientemente. Para Adenáuer Novaes o ego é a representação do Espírito no mundo externo.A existência do ego é fundamental ao Espírito, visto que sua manifestação direta no mundo sem esse intermédio tornar-se-ia impossível dada a natureza de sua essência.
Sua estruturação se inicia a cada nova encarnação e desencarnação. O corpo faz parte do eu ou ego enquanto este se sentir identificado com aquele. O ego se auto-estrutura contraindo-se ou se expandindo. Pode-se afirmar que o corpo é uma extensão da consciência.Antes de transcender o ego ou mesmo de tentar anulá-lo, devemos pensar em conhecê-lo, estruturá-lo, e, se for o caso, redefini-lo.
A entrada no corpo, físico ou perispiritual, desloca a consciência do Espírito para o ego. A matéria atrai o Espírito à semelhança de um imã sobre um metal. Podemos entender o Espírito como algo que se autoorganiza ao longo de sua evolução, de acordo com a apreensão das leis de Deus.O conhecimento do Espírito não é o acúmulo de experiências nem a aquisição de informações sobre o mundo externo.
Tal conhecimento depende de experiências com o mundo externo e se alicerça na renovação de informações a respeito da natureza. O conhecimento que se enraíza no Espírito é de natureza capaz de compreender os princípios de funcionamento do universo a sua volta. É o conhecimento de como o universo e a vida funcionam e do que é o próprio ser que os conhece. Em resumo, é o conhecimento das leis de Deus e da consciência de Deus em si mesmo. O processo de aquisição do conhecimento passa pelo perispírito e não é a aquisição de informações e de virtudes teológicas, mas de capacidades de existir em Deus.
A sabedoria de um espírito então, não se mede pelo seu conhecimento, tampouco pela sua memória, nem mesmo pela capacidade de fazer conexões lógicas.Tal sabedoria se encontra em seu próprio ser, quantificada por Deus, a qual pode ser observada pelas habilidades em apreender cada vez mais a realidade, a serviço de sua evolução. Difícil é determinar com precisão o grau de evolução de um espírito. Seria necessário, para se ter maior precisão, penetrar-lhe aquele conhecimento a respeito das leis de Deus, isto é, saber quantas e quais já internalizou.
*Fonte de pesquisa:
-Filosofia e Espiritualidade – Uma abordagem psicológica de Adenáuer Novaes
-Psicologia do Espírito de Adenáuer Novaes
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8 mar
Livro dos espíritos: 625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
“Jesus.”
Jesus é o Modelo do amor para toda a Humanidade. Jesus já se consolidou como arquétipo que está no inconsciente coletivo da humanidade, é a simbologia do amor e não mais o olho por olho, dente por dente..
Todo o Seu ministério é feito de humanização, erguendo o ser do instinto para a razão e daí para a angelitude. Igualmente, é o Homem que mais se identifica com Deus. Nunca se Lhe refere como se estivesse distante, ou fosse desconhecido, ou temível. Apresenta-O em forma de Amor, amável e conhecido, próximo das necessidades humanas, compassivo e amigo. Reformula o conceito mosaico do olho por olho…
Segundo o armênio católico-ortodoxo Aram I em entrevista à Imprensa disse que não somos donos de Cristo: “Ele é cósmico, está presente em outras religiões e, inclusive, pode ter outros nomes”. “Não podemos confinar a ação salvadora de Cristo – disse – Jesus pertence à Humanidade”. Ele é um arquétipo.
Há dois mil anos, veio pessoalmente ratificar os conhecimentos já existentes, deixando a Boa Nova como patrimônio para toda Humanidade. Mesmo que no momento o individuo não é cristão, ele já teve reencarnações cristãs anteriores e teve contato com os princípios cristãos. Ou seja, no momento ele está muçulmano, mas ele já esteve cristão, ou vice-versa no momento está cristão mas já esteve muçulmano.
Na pergunta 621 de O Livro dos Espíritos – Onde está escrita a lei de Deus? Os Espíritos respondem que está escrita na consciência do ser. …No fundo todos nós sabemos que viemos pelo o AMOR e para o AMOR. O que importa é que a LINGUAGEM DO AMOR CRISTICO está em nossa consciência humana. O que seria da humanidade se a mensagem de Jesus não tivesse chegado até nós? Em que pé estaria o nosso planeta se todos os nossos instintos violentos tivessem prevalecido na defesa de nossos pontos de vista, de nossos ideais equivocados?
Segundo o Dr. Augusto Cury: “Nunca nenhum homem foi capaz de abalar tanto os alicerces mais sólidos das ciências e das instituições humanas como Jesus Cristo. Seus discursos chocam os conceitos fundamentais da medicina, psiquiatria, física, sociologia.” Emmanuel, no livro Caminho, Verdade e Vida, afirma: “Ninguém reuniu sobre a Terra tão elevadas expressões de recursos desconhecidos quanto Jesus.”
Nos tempos áureos do Evangelho o apóstolo Pedro, mediunizado, definiu a transcendência de Jesus, revelando que Ele era “o Cristo, o Filho de Deus vivo” . No século XIX o Espírito de Verdade atesta ser Ele “o Condutor e Modelo do Homem”. Para o célebre pedagogo e gênio de Lyon, o Cristo foi “Espírito superior da ordem mais elevada, Messias, Espírito Puro, Enviado de Deus e, finalmente, Médium de Deus.” Segundo André Luiz “Não há dúvidas que Jesus foi o Doutrinador Divino e por excelência o “Médico Divino”. Por sua vez, Emmanuel o denomina de “Diretor angélico do orbe e Síntese do amor divino”.
Alguns historiadores no que eles chamam de “em busca do Jesus Histórico” têm lançado a seguinte pergunta, existiu um Jesus histórico? Ao que eles mesmo têm respondido, “se pensarmos em um judeu que viveu há 2000 anos, disse ser o Messias, foi carpinteiro, filho de Maria e de José… A resposta é sim, existiu um Jesus histórico. Porém, aquele Jesus contido nas narrativas do Evangelho atribuído a João, e nas epístolas de Paulo, a resposta é não, este é um mito criado pela igreja, do qual não podemos dar notícias…” Jesus foi sim um personagem histórico, que nasceu, viveu,e morreu aqui na Terra, porém é também um Cristo Cósmico que já vivia antes de aqui vir, renasceu, ainda vive hoje, e viverá, pois a essência espiritual do Cristo não morre nunca. O Evangelho segundo João é muito contestado pelos analistas críticos dos textos bíblicos por ser ainda incompreensível para muitos. Por ter sido ele usado para confirmar os dogmas e tradições da igreja, acham estes críticos que ele é pura falsidade tendo sido escrito com o objetivo de fazer do Cristo um mito a ser adorado pelos cultores de uma fé cega.
Como homem, tinha a organização dos seres carnais; porém, como Espírito puro, desprendido da matéria, havia de viver mais da vida espiritual, do que da vida corporal, de cujas fraquezas não era passível. A sua superioridade com relação aos homens não derivava das qualidades particulares do seu corpo, mas das do seu Espírito, que dominava de modo absoluto a matéria e da do seu perispírito, tirado da parte mais quintessenciada dos fluidos terrestres . Sua alma, provavelmente, não se achava presa ao corpo, senão pelos laços estritamente indispensáveis. Constantemente desprendida, ela decerto lhe dava dupla vista, não só permanente, como de excepcional penetração e superior de muito à que de ordinário possuem os homens comuns. O mesmo havia de dar-se, nele, com relação a todos os fenômenos que dependem dos fluidos perispirituais ou psíquicos. A qualidade desses fluidos lhe conferia imensa forca magnética, secundada pelo incessante desejo de fazer o bem.
Agiria como médium nas curas que operava? Poder-se-á considerá-lo poderoso médium curador? Não, porquanto o médium é um intermediário, um instrumento de que se servem os Espíritos desencarnados e o Cristo não precisava de assistência, pois que era ele quem assistia os outros . A Sua vida se desenvolveu, desde cedo, demonstrando a que viera, quando dialogou com os doutores do templo, aos 12 anos de idade, conforme rezam as tradições. Conviveu com todos os tipos de criaturas, exaltando a simplicidade e a alegria de viver, a fidelidade ao bem e a fraternidade, a responsabilidade nos atos e o amor. Falou sobre o bem, sentindo-o. Ensinou o bem, vivenciando-o e a ele se entregando. Somente Jesus Cristo conseguiu ensinar e exemplificar com Seu viver as lições que nos passou.
Fontes de Pesquisa:
-Livro dos Espíritos
- A Gênese
- Jesus e Atualidade – Joana de Angelis, psicografia de Divaldo P. Franco
- O Mestre do Amor – Augusto Cury
- http://www.wcc-assembly.info/po/noticias-imprensa/artigos/portuguese-features/article/469/cristo-nao-tem-dono-ele.html
-http://www.forumespirita.net/fe/index.php?topic=8082.0-
-http://www.clodomiro.xpg.com.br/e490.html
- http://www.espirito.org.br/portal/artigos/geae/kardec-e-a-questao-do-corpo.html





(Cantinho da Luz)
Esta pombinha viaja de blog em blog, ajude-a a levar a paz ao mundo levando-a para o seu. Pousou no meu no dia 12/09/09.


