Paz e Luz!
14 mar

Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores, você
merece estar aqui… E mesmo que você não possa perceber,
a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.
Portanto, esteja em paz com Deus como quer que você o
conceba e quaisquer que sejam seus trabalhos e as aspirações,
na fatigante jornada pela vida,
mantenha-se em paz com sua própria alma.
Apesar da falsidade, dos desencantos e agruras,
o mundo ainda é bonito.
Seja prudente. Faça tudo para ser feliz !
(Trecho de DESIDERATA, texto encontrado na velha Igreja de Saint Paul, Baltimore, datado de 1692)
14 mar

consciência da nossa mente,
dos seus poderes latentes, percebemos
que também somos capazes de
comandá-la, de forma a criar e manter
os estados de espírito que desejamos,
apesar das circunstâncias
e dos circunstantes.”
(www.bemviver.org)
8 mar

(…)A descoberta que reside no autoconhecimento é árdua, pois o começo e o fim está em nós. Buscar felicidade, amor, esperança fora de nós leva à ilusão, ao sofrimento; encontrar felicidade, paz, alegria dentro (de nós) requer autoconhecimento. Somos escravos das pressões imediatas e exigências do mundo, e somos desviados por tudo isso e dissipamos nossas energias em tudo isso, e assim temos pouco tempo para estudar a nós mesmos. Estarmos profundamente cientes de nossos motivos, de nossos desejos de alcançar, de vir-a-ser, exige constante atenção interna. Sem o entendimento de nós mesmos, mecanismos superficiais de reforma social e econômica, mesmo que necessários e benéficos, não irão produzir unidade no mundo, mas somente maior confusão e miséria.
No estudo e, assim, no entendimento de nós mesmos, virá claridade e ordem. E só pode haver claridade no autoconhecimento, que nutre o pensar correto. O pensar correto vem antes da ação correta. Se nos tornarmos conscientes de nós mesmos e assim cultivarmos o autoconhecimento de onde jorra o pensar correto, então criaremos um espelho em nós que refletirá, sem distorções, todos os nossos pensamentos-sentimentos.
Estar assim autoconscientes é extremamente difícil, já que nossas mentes estão acostumadas a divagar e a estar distraídas. Suas divagações, suas distorções são de seu próprio interesse, suas próprias criações. No entendimento disto – e não meramente colocando isto de lado – vem o autoconhecimento e o pensar correto. É apenas por inclusão e não por exclusão, não por aprovação ou condenação ou comparação, que vem o entendimento.
Palestra de Krishnamurti realizada em Ojai, Califórnia
7 mar

Que entendeis por “autodisciplina”? Entendeis disciplinar o “eu”, metê-lo numa camisa de força”, ou entendeis “aprender a respeito do “eu”, o “eu” que afirma, que domina, que é ambicioso, violento, etc. – aprender a respeito dele”? O aprender, em si, é disciplina. A palavra “disciplina” significa “aprender”, e quando há aprender, e não, acumular, quando há o verdadeiro aprender, que requer atenção, esse aprender cria sua disciplina própria, sua própria atividade, suas próprias dimensões; não há, pois, disciplina, como coisa imposta. Quando há aprender, não há imitação, nem ajustamento; nem autoridade alguma. Se é isso o que entendeis pela palavra “disciplina”, então, por certo estais livre para aprender.
A luz que não se apaga de Krishnamurti
7 mar

Estar bem consigo é pilar essencial da boa convivência. Fazendo assim, partimos em direção ao próximo com o melhor de nós, aptos a vitalizar as relações com o alimento do bem e do amor, convertendo-nos em fulcros irradiadores de paz e contentamento que serão fortes atrativos de enobrecimento e cooperação onde estivermos, transmitindo esperança e educação para os que se encontrem no raio de nossas ações.
Urge fazermos o aprendizado do auto-amor, dialogarmos com a intimidade, indagar de nossos sentimentos a razão de sua existência, procurar os acordos íntimos. Se não aprendermos a gostar de nós, a nos aceitarmos, não conseguiremos a fluência do amor ao próximo. Uma convivência pacifica com as imperfeições, a caridade conosco, será fonte de apaziguamento e elevadas emoções.
Nesse aprendizado espera-nos a grande lição de trabalharmos pelo desenvolvimento de nossos potenciais Divinos; ao invés de ficarmos lutando contra mazelas, faremos o serviço de laborar a favor de novos valores, prestigiando o positivo. Sem querer exterminar o passado, haveremos de aprender a transformá-lo.
Esse será o iluminado labor de conquistar a nossa “sombra”, amando-a, sem recriminações e culpas, sintonizando a mente no “ser” de luz e paz que existe embrionário em cada um dos Filhos de Deus.
Do livro Mereça ser feliz de Wanderley S. de Oliveira
Pelo espírito de Ermance Dufaux
6 mar

A Paz no mundo – Geraldo Eustáquio de Souza
A paz no mundo começa dentro de mim
quando eu me aceito, de corpo e alma,
e reconheço meus defeitos, com paciência e calma,
e em vez de me fragmentar em mil pedaços
eu me coloco inteiro no que penso, sinto e faço
passageiro no tempo e no espaço,
sem nada para levar que possa me prender
sem medo de errar e com toda vontade de aprender
A paz no mundo começa entre nós
quando eu aceito o teu modo de ser
sem me opor ou resistir
e reconheço tuas virtudes
sem te invejar ou me retrair,
e faço das nossas diferenças
a base da nossa convivência
e em lugar de te dividir em mil personagens
consigo ver-te inteiro, nu, real,
sem nenhuma maquiagem,
companheiros da mesma viagem
no processo de aprendizagem do que é ser gente!
6 mar

Existe Alguém
Há alguém dentro de você que deseja tantas
coisas que nem você sabe.
Quando vem aquela sensação de vazio e de melancolia,
esse alguém está pedindo que você entenda
as coisas que ele quer.
Você pressente uma extrema necessidade de fugir.
De repente é uma vontade de sair caminhando
sem planejar para onde.
É o desejo de abraçar uma árvore,
de sair levitando rumo ao céu,
de abrir seu coração com alguém
que você nem conhece.
Outras vezes é o impulso de andar descalço,
pisar em verde grama,
sentir o frescor do solo ainda umedecido
pelo orvalho noturno.
Vem a vontade de cheirar pedacinhos de capim,
folhinhas de hortelã,
humildes florzinhas do campo.
Há momentos em que você baixa os olhos
e nada vê além de imagens fugidías
de lugares e paisagens que você jamais conheceu.
Um profundo suspiro solta-se do seu peito,
você não sente o peso do
próprio corpo, não nota aqueles que estão à sua volta.
E quantas vezes eles lhe parecem tão estranhos, não é?
Vêm-lhe desejos intensos de apagar o passado,
de anular o presente, de soltar-se das preocupações com o futuro.
É seu espírito pedindo descanso.
As lágrimas são reprimidas,
os desejos são abafados, os sonhos são adiados,
porque você acredita que ” precisa ”
estar presente e alerta o tempo todo para resolver
” problemas “.
Você sabia que o maior ” problema ” é exatamente você?
Não se permite sentir, não se permite sonhar,
não se permite ser você mesmo(a).
Há alguém dentro de você que deseja tantas
coisas que nem você sabe.
Esse alguém quer que você reconheça que não pode
carregar todos os pesos do mundo nem de todo mundo.
Ele quer que você se trate bem e que se conscientize de
de que cada um está no lugar em que se colocou.
Solte-se.
Viaje para dentro de si próprio(a) e olhe tudo nesse lugar
que lhe parece tão desconhecido, esse lugar que é você mesmo(a).
Você também está onde se colocou.
E assim como entrou, também pode sair.
Aconselhe-se com esse alguém dentro de você
que deseja tantas coisas que nem você sabe.
Pergunte-lhe o que ele quer e abra-se para ” senti-lo “.
É nele que estão todas as respostas e soluções.
Esse alguém quer resgatar o seu divino direito
à liberdade de ser único(a).
Esse alguém é sua Alma.
Tente … você consegue …
… e aguarde por coisas que antes você considerava milagres …
Confie.
Só a obediência aos desejos de sua Alma lhe garante a
conquista de perpétua Serenidade.
… e siga sua Vida em paz …
Silvia Schmidt – Do livro ” Sorte É Prá Quem Quer ”
6 mar

Eu nada sєi…
Não sei escrever tudo o que sinto,
Mas sei sentir, e com um amor imenso,
Cada pedacinho da vida.
Não sei amar de morrer porque
Para mim amar é viver.
Não sei sonhar todos os meus sonhos,
Só sei sonhar o que o meu coração pede.
Não sei dar tudo de mim,
Mas me esforço para dar o que posso.
Não sei quase nada da vida,
Mas sei que é bom existir.
Tudo o que eu sei é que a vida é linda
E que enquanto houver um mínimo de
Ternura para oferecer…
A vida vale pena viver.
Letíca Thompson
1 mar

O renascimento corporal é programado para que a criatura encontre nas ocorrências da existência os ingredientes precisos à sua transformação. Brota então, espontaneamente, o desajuste, em forma de insatisfação crônica com a vida, funcionando como canal de expulsão de culpas armazenadas no tempo, controladas com a força de mecanismos mentais defensivos ainda desconhecidos da ciência humana e eclodindo sem possibilidade de contenção. Um “expurgo psíquico” em doses suportáveis…
Os sintomas a partir de então são muito conhecidos da medicina humana: insônia, tristeza persistente, idéias de auto-extermínio, vazio existencial e outros tantos. Poderíamos asseverar que almas comprometidas com esse quadro psicológico já renascem com um “ego frágil”, suscetível a uma baixa tolerância com suas falhas e estilo de vida, uma dolorosa incapacidade de se aceitar, menos ainda de se amar. No fundo permanece o desejo impotente de querer a vida conforme seus planos, mas tudo conspira para que tenha a vida que precisa em vista de suas necessidades de aperfeiçoamento.
A rebeldia, no entanto, que é a forma revoltante de reagir perante os convites renovadores, pode agravar ainda mais a prova íntima. Nesse caso o homem soçobra em dores emocionais acerbas que o martirizam no clímax da dor-resgate. Medo, revolta, suscetibilidade, impotência diante dos desafios são algumas das expressões afetivas que podem alcançar a morbidez, quando sustentadas pela teimosia em não aceitar os alvitres das circunstâncias que lhe contrariam os sonhos e fantasias de realização e gozo. Forma-se então um quadro de insatisfação crônica com a vida.
Do livro Reforma íntima sem martírio de Wanderley S. de Oliveira
Pelo espírito de Ermance Dufaux
1 mar

” … André, meu amigo, as doenças psíquicas são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros dolorosos. A cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima. Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça. A organização fisiológica, segundo conhecemos no campo de cogitações terrestres, não vai além do vaso de barro, dentro do molde preexistente do corpo espiritual. Atingido o molde em sua estrutura pelos golpes das vibrações inferiores, o vaso refletirá imediatamente.” (Missionários da Luz – André Luiz)
__ Não discutiremos aqui as moléstias físicas prôpriamente ditas. Quem acompanha, como nós, desde muito tempo, o ministério dos psiquiatras verdadeiramente consagrados ao bem do próximo, conhece, à saciedade, que todos os títulos de gratidão humana permanecem inexpressivos ante o apostolado de um Paul Broca, que identificou a enfermidade do centro da palavra, ou de um Wagner Jauregg, que se dedicou à cura da paralisia, em perseguição ao espiroqueta da sífilis, até encontrá-lo no recesso da matéria cinzenta, perturbando as zonas motoras. Diante de fenômenos como estes, é compreensível a quebra da harmonia cerebral em consequência de compulsôriamente se arredarem das aglutinações celulares do campo fisiológico os princípios do corpo perispiritual; essas aglutinações ficam, então, desordenadas em sua estrutura e atividades normais, qual acontece ao violino incapacitado para a execução perfeita dum trecho melódico, por trazer uma ou duas cordas desafinadas. Não devemos, nem podemos ignorar as leis que regem os domínios da forma… Daí a impossibilidade de querermos «psicologia equilibrada» sem «fisiologia harmoniosa», na esfera da ciência humana: isto é caso pacífico. Referir-nos-emos tão só às manifestações espirituais em sua essência. Indagas se a mente desencarnada pode adoecer… Que pergunta! cuidas que a maldade deliberada não seja moléstia da alma? que o ódio não constitua morbo terrível? supões, porventura, não haja «vermes mentais» da tristeza e da inconformação?(No mundo maior – André Luiz)
“Os “complexos de inferioridade”, o “recalque”, a “libido”, as “emersões do subconsciente” não constituem fatores adquiridos no curto espaço de uma existência terrestre e, sim, característicos da personalidade egressa das experiências passadas. A subconsciência é, de fato, o porão dilatado de nossas lembranças, o repositório das emoções e desejos, impulsos e tendências que não se projetaram na tela das realizações imediatas; no entanto, estende-se muito além da zona limitada de tempo em que se move um aparelho físico. Representa a estratificação de todas as lutas com as aquisições mentais e emotivas que lhes foram conseqüentes, depois da utilização de vários corpos.” (Obreiros da Vida Eterna – André Luiz)


