Paz e Luz!
21 jun
Às vezes para seguir em frente na vida, é preciso ter coragem de deixar o passado para trás, e encarar a linha do horizonte e seguir em frente. É certo que todas as experiências vividas são para o nosso bem, mas muitas vezes não conseguimos entender o significado do aprendizado e ficamos cutucando feridas que querem cicatrizar, ralando as nossas feridas e insistindo em saber o significado do “por quê” daquilo. Eu penso que quando não conseguimos ver no momento o significado do porquê daquela dor vivida devemos confiar que com o tempo novas lições virão, trazendo o amadurecimento psicológico e com certeza assimilaremos a lição anterior. Muito oportuna a mensagem de Glória Hurtado que transcrevo abaixo.
Encerrando Ciclos – Gloria Hurtado

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver…Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram…Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu… Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó…
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: Teus amigos, Teus filhos, teus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado… Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará… Não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor possibilidade de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora… Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem… Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora, soltar, desprender-se…
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que compreendam seu amor… Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais…Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa. Lembre-se que nada ou ninguém é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem você é… Esta é a vida!
11 jun

Observamos a influência que pais castradores exercem nocivamente sobre seus filhos, impedindo-os de avançar rumo ao crescimento individual agindo com excessos de cuidados, lembramo-nos do mito do deus Cronos que devorava seus filhos no momento do nascimento, porque não queria que os mesmos tomassem o seu lugar de soberano maior, pois se sentia ameaçado pela profecia de que seria vencido por um dos seus filhos.
Em nome de um amor equivocado, muitos pais super protegem seus filhos não querendo que os mesmos sofram. Quando analisamos nossos aprendizados na vida, todos nós observamos que por mais que nossos pais nos orientassem, ainda assim quebramos a cara muitas vezes. Mas esse caminho de desacerto e dor, quando assimilado sem rebeldia nos fortaleceu e vimos que o aprendizado foi muito grande. Muitos de nós optamos pelo caminho da dor, porque nosso espírito só conhece esse caminho. Pietro Ubaldi diz que é mais fácil remover uma montanha do que remover um tipo de personalidade, fruto de quem sabe quantos milênios de vida. Como diz o ditado: “O hábito faz o monge”, ainda não internalizamos o caminho do Amor, pois ainda polarizamos muito o outro lado da moeda que é o da dor, e não damos o devido valor ao caminho do amor. É necessário então trilharmos a escuridão para darmos valor à luz. Por exemplo, só damos valor ao dia, depois de uma noite mal dormida, e só damos valor à noite, depois de extrapolarmos o limite de nosso corpo físico nos afazeres do dia, e não vemos a hora de chegar à noite para termos o descanso merecido.
O caminho do Amor é um aprendizado lento e gradativo para todos os seres humanos e que “apesar de” todo sofrimento que muitas vezes nós, nossos filhos e entes queridos passamos, é um remédio amargo que levará à cura de nosso espírito e que culminará com a ascensão espiritual de todo ser humano passando de átomo a arcanjo. Quanto mais rebeldes formos em atender ao chamado de Deus para sermos servidores Divinos e Crísticos, mais o sofrimento e a dor será um caminho trilhado por escolha própria e não como castigo divino. Por isso, devemos sim, fazer a nossa parte para com nossos filhos, orientando, orando e auxiliando quando necessário, não nos revoltando quanto ao caminho escolhido por eles, mas ao mesmo tempo entregá-los ao Pai Maior dizendo: “Pai, fiz o meu melhor, agora entrego a Ti essa criatura que Vós confiaste a mim.”
Mas para o caminho do amor ser internalizado como patrimônio do espírito, é necessário cair e levantar tantas vezes quanto for necessário, até ficar impresso em nosso períspírito de tal maneira que ao declinarmos rumo ao chão para cair novamente, reagiremos automaticamente e rapidamente entramos em contato com a nossa centelha divina na qual Jesus nos diz claramente na mensagem:”Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais” (João, 14:12)
*Post relacionado:
11 jun

“Em processos diferentes, mas atendendo aos mesmos princípios de simbiose prejudicial, encontramos os circuitos de obsessão e de vampirismo entre encarnados e desencarnados, desde as eras recuadas em que o espírito humano, iluminado pela razão, foi chamado pelos princípios da Lei Divina a renunciar ao egoísmo e à crueldade, à ignorância e ao crime.
Rebelando-se, no entanto, em grande maioria, contra as sagradas convocações, e livres para escolher o próprio caminho, as criaturas humanas desencarnadas, em alto número, começaram a oprimir os companheiros da retaguarda, disputando afeições e riquezas que ficavam na carne, ou tentando empreitadas de vingança e delinquência, quando sofriam o processo liberatório da desencarnação em circunstâncias delituosas.
As vítimas de homicídio e violência, brutalidade manifesta ou perseguição disfarçada, fora do vaso físico, entram na faixa mental dos ofensores, conhecendo-lhes a enormidade das faltas ocultas, e, ao invés do perdão, com que se exonerariam da cadeia de trevas, empenham-se em vinditas atrozes, retribuindo golpe a golpe e mal por mal.
Outros desencarnados, exigindo que Deus lhes providencie solução aos caprichos pueris e proclamando-se inabilitados para o resgate do preço devido à evolução que lhes é necessária, tornam-se madraços e gozadores, e, alegando a suposta impossibilidade de a Sabedoria Divina dirimir os padecimentos dos homens, pelos próprios homens criados, fogem, acovardados e preguiçosos, aos deveres e serviços que lhes competem.” (Evolução em Dois Mundos – André Luíz psicografia de Francisco Cândido Xavier )
* Post relacionado:
10 jun
“Cada mente é um verdadeiro mundo de emissão e recepção e cada qual atrai os que se lhe assemelham.”
(André Luíz)
“Em nossa casa mental
Por mais se mantenha alerta,
Obsessor só penetra
Quando encontra a porta aberta.”(Eurícledes Formiga)

O obsidiado, além de enfermo, representante de outros enfermos, quase sempre é também uma criatura repleta de torturantes problemas espirituais. Se lhe falta vontade firme para a auto-educação, para a disciplina de si mesmo, é quase certo que prolongará sua condição dolorosa além da morte. … Se não desperta para as realidades da situação, empunhando as armas da resistência e valendo-se do auxílio exterior que lhe é prestado pelos amigos, é razoável que permaneça esmagado. Esta, a definição da maior percentagem dos casos espirituais de que estamos tratando. Não representa, porém, a característica exclusiva das obsessões de ordem geral.
Existem igualmente os processos laboriosos de resgate, em que, depois de afastados os elementos da perturbação e da sombra, perseveram as situações expiatórias. Em todos os acontecimentos dessa espécie, porém, não se pode prescindir da adesão dos interessados diretos na cura. Se o obsidiado está satisfeito na posição de desequilíbrio, há que esperar o término de sua cegueira, a redução da rebeldia que lhe é própria ou o afastamento da ignorância que lhe oculta a compreensão da verdade. Ante os obstáculos dessa natureza, embora sejamos chamados com fervor por aqueles que amam particularmente os enfermos, nada podemos fazer, senão semear o bem para a colheita do futuro, sem qualquer expectativa de proveito imediato.
Todos possuímos, além dos desejos imediatistas comuns, em qualquer fase da vida, um «desejo central» ou «tema básico» dos interesses mais íntimos. Por isso, além dos pensamentos vulgares que nos aprisionam à experiência rotineira, emitimos com mais freqüência os pensamentos que nascem do «desejo central» que nos caracteriza, pensamentos esses que passam a constituir o reflexo dominante de nossa personalidade.
Desse modo, é fácil conhecer a natureza de qualquer pessoa, em qualquer planos, através das ocupações e posições em que prefira viver. Assim é que a crueldade é o reflexo do criminoso, a cobiça é o reflexo do usurário, a maledicência é o reflexo do caluniador, o escárnio é o reflexo do ironista e a irrigação é o reflexo do desequilibrado, tanto quanto a elevação moral é o reflexo do santo… Conhecido o reflexo da criatura que nos propomos retificar ou punir é, assim, muito fácil superalimentá-la com excitações constantes, robustecendo-lhe os impulsos e os quadros já existentes na imaginação e criando outros que se lhes superponham, nutrindo-lhe, dessa forma, a fixação mental.
Com esse objetivo, basta alguma diligência para situar, no convívio da criatura malfazeja que precisamos corrigir, entidades outras que se lhe adaptem ao modo de sentir e de ser, quando não possamos por nós mesmos, à falta de tempo, criar as telas que desejemos, com vistas aos fins visados, por intermédio da determinação hipnótica. Através de semelhantes processos, criamos e mantemos facilmente o «delírio psíquico» ou a «obsessão», que não passa de um estado anormal da mente, subjugada pelo excesso de suas próprias criações a pressionarem o campo sensorial, infinitamente acrescidas de influência direta ou indireta de outras mentes desencarnadas ou não, atraídas por seu próprio reflexo.
*Fonte de Pesquisa:
- Ação e Reação – André Luiz psicografia de Francisco Cândido Xavier
- Missionários da Luz – André Luiz psicografia de Francisco Cândido Xavier
*Post relacionado:
7 jun

A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.
(André Luiz)
1 jun
Quando cheguei hoje do trabalho meu marido me disse da tragédia do avião que caiu no mar e até o momento não se tem notícia do que foi realmente que aconteceu. Essa notícia me fez entrar em contato com um dos meus medos que é viajar de avião. Uma vez ouvi o Chico Xavier falar que também tinha medo de avião, e a sua maneira muito humilde e bem-humorada de contar o acontecido me faz refletir que nem sempre somos fortaleza e nos momentos de desespero colocamos mesmo a boca no trombone e rogamos a misericórdia divina. Aos parentes e amigos das vítimas, deixo aqui as minhas preces e minha vibração de coragem, força e fé neste momento difícil que estão passando.

O Senhor é o vosso pastor nada vos faltará. Deitar-vos faz em verdes pastos e guia-vos mansamente à águas tranqüilas. Refrigera a vossa alma e guia-vos pelas veredas da justiça por amor do Vosso Nome. Ainda que andem pelo vale da sombra da morte não temereis mal algum porque Deus está convosco, tua vara e teu cajado vos consolam. Preparas uma mesa perante vós na presença dos vossos inimigos, unges vossas cabeças com óleo, o vosso cálice transborda. Certamente que a bondade de Deus Nosso Pai e de Jesus nosso Mestre amigo, vos seguirão todos os dias de vossas vidas e habitarão na casa de Deus Pai por longos dias.
15 mai

Buda perguntou ao monge Sona:
-É verdade que antes de se tornar monge, o senhor era músico? – Sona respondeu que sim.
Buda perguntou:
-O que acontece se a corda do seu instrumento estiver muito frouxa?
-Quando você a tange, não haverá som.
-O que acontece quando a corda está muito esticada?
-Ela quebra.
-O mesmo acontece com a prática do Caminho, disse Buda. Mantenha a saúde. Seja alegre. Não obrigue a si mesmo a fazer coisas que não pode fazer.
No fundo toda doença desde a mais simples até a mais grave tem algo a nos dizer. Às vezes as nossas condições de saúde, está dizendo para levarmos a vida com mais calma, menos ansiedade e competitividade, mas nos fazemos de cegos e surdos aos primeiros alertas e apelos e continuamos no mesmo ritmo, perdidos nesse emaranhado da vida moderna, fazendo da correria uma rotina diária, sem acharmos um tempinho para nos olharmos e fazermos uma auto-reflexão.
Até que um dia a “corda quebra”, e a doença, muitas vezes nos impõe limitações e até a ficar acamados, quer queiramos ou não. A limitação da doença nos obriga a voltar o olhar para nós mesmos, a dar a devida atenção à nossa alma, pois a dor foi o último recurso que nossa alma teve que recorrer para chamar a nossa atenção. Se conseguirmos ser humildes aprendizes, estaremos prontos a dizer: “Bendita doença que me fez voltar à casa do pai”(Parábola do filho pródigo)
10 mai
Quando a crise se instala é o ego quem sofre,
pois ela decorre, geralmente,
como resultante das frustrações de seus desejos.
Bem-aventurado, portanto, é o ego
que chora por ter seus desejos ilusórios destruídos.
Nesse momento poderá tornar-se apto
a perceber os reais desejos da alma.
(Adenáuer Novaes)
10 mai
Eu não sei, não sei dizer
Mas de repente essa alegria em mim
Alegria de viver
Que alegria de viver
E de ver tanta luz, tanto azul!
Quem jamais poderia supor
Que de um mundo que era tão triste e sem cor
Brotaria essa flor inocente
Chegaria esse amor de repente
E o que era somente um vazio sem fim
Se encheria de cores assim
Coração, põe-te a cantar
Canta o poema da primavera em flor
É o amor, o amor chegou
Chegou enfim
(Vinícius de Moraes)
6 mai
How Can I Go On…Fred Mercury e Montesserrat -Tradução
How Can I Go On…Sempre que ouvia essa música eu me emocionava profundamente, até que um dia eu vi esse vídeo com a tradução… Reparem bem na letra da música, na melodia e claro na espetacular apresentação de Fred Mercury e Montesserrat. Sem palavras…
É como se todo o sal
fosse retirado do mar
Eu ficaria derrotado,
Eu ficaria nu e sangraria
Mas quando seu dedo
acusa tão selvagemente
Será que há alguém aí
para acreditar em mim?
Para ouvir meu apelo
e cuidar de mim…
Como posso continuar…
Dia após dia
Quem pode me fortalecer
em todas as maneiras
Onde posso estar seguro
Onde posso pertencer
Neste gigantesco mundo
de tristezas…
Como posso esquecer
aqueles lindos sonhos
que partilhamos
Eles estão perdidos e não estão
a parte alguma, para se encontrar
Como posso ir em frente
Alguma vezes eu tremo
completamente na escuridão
Eu não posso ver
Quando as pessoas me assustam
Eu tento me esconder
Bem longe da multidão
Será que há alguém aí
para me confortar?
Senhor, ouve meu apelo…
E toma conta de mim.
Como posso prosseguir
dias após dia…
Quem pode me fazer forte
Em todas as formas
Onde posso estar seguro
Onde posso pertencer
Nesse gigantesco mundo
de tristezas…
Como posso esquecer
aqueles lindos sonhos
que dividimos.
Eles estão perdidos, e não estão
em parte alguma
para serem encontrados…
Como posso continuar…





(Cantinho da Luz)
Esta pombinha viaja de blog em blog, ajude-a a levar a paz ao mundo levando-a para o seu. Pousou no meu no dia 12/09/09.


